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	<title>o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes &#187; Tratamento do Diabetes</title>
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	<description>Saiba quais os sintomas do diabetes e quais os tratamentos da doença. Entenda a diferença dos tipos do diabetes: mellitus tipo 1, mellitus tipo 2 e gestacional.</description>
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		<title>Transplante de células do pâncreas pode melhorar saúde de diabéticos</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 16:18:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>o Diabetes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pesquisadores do Núcleo de Terapia Celular Molecular (Nucel) da Universidade de São Paulo (USP) estudam uma nova técnica para evita a rejeição e aumentar a segurança em transplantes de ilhotas de Langerhans, células do pâncreas responsáveis pela produção de insulina. O objetivo do transplante é fazer com que portadores de diabetes tipo 1, dependente de [...]<p><a href="http://www.odiabetes.net/transplante-de-celulas-do-pancreas-pode-melhorar-saude-de-diabeticos/">Transplante de células do pâncreas pode melhorar saúde de diabéticos</a> is a post from: <a href="http://www.odiabetes.net">o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.odiabetes.net/wp-content/uploads/2011/09/Diabetes-Studies-in-AJMC.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-674" title="Diabetes-Studies-in-AJMC" src="http://www.odiabetes.net/wp-content/uploads/2011/09/Diabetes-Studies-in-AJMC.jpg" alt="" width="200" height="160" /></a>Pesquisadores do Núcleo de Terapia Celular Molecular (Nucel) da  Universidade de São Paulo (USP) estudam uma nova técnica para evita a  rejeição e aumentar a segurança em transplantes de ilhotas de  Langerhans, células do pâncreas responsáveis pela produção de insulina.</p>
<p>O objetivo do transplante é fazer com que portadores de diabetes tipo  1, dependente de insulina, não necessitam tomar injeções da substância  diariamente. A nova técnica permitirá aos médicos também, evitar a  rejeição de células transplantadas e eliminar a obrigação do paciente  ter que tomar remédios imunossupressores.</p>
<p>Mari Sogayar, coordenadora do Nucel, diz que a administração de  remédios para evitar a rejeição é complicada pois, além de serem  medicamentos caros, provocam efeitos colaterais indesejáveis. &#8220;Alguns  deles são causadores de diabetes, outros derrubam a imunidade. Por isso,  esse projeto só é usado em casos extremos, quando o paciente diabético  tipo 1 não consegue controlar a glicemia só com insulina&#8221;.Sogayar  explica que nesses casos é preciso tomar providências ou o &#8220;paciente  pode morrer&#8221;.</p>
<p>No Brasil, cinco transplantes deste tipo já foram realizados entre 2002 e 2006.</p>
<p>A nova técnica encapsula as ilhotas de Lansgerhans tornando-as  invisíveis ao sistema imunológico, que dessa forma não consegue  atacá-las.</p>
<p>A coordenadora explica que &#8220;a cápsula é feita de um material extraído  de algas, com uma estrutura que permite que o oxigênio entre nas  células e que a insulina ultrapasse a barreira. O tecido impede ainda  que o sistema imunológico destrua as ilhotas&#8221;.</p>
<p>Testado em camundongos tornados diabéticos, o método é rápido.  Consiste em introduzir uma cápsula com as ilhotas por meio de uma agulha  e um cateter na região próxima ao fígado. Nos testes com os animais, a  técnica reverteu a doença fazendo com que os animais permanecessem  normais por um período de 200 dias, o que corresponde a mais da metade  da vida. &#8220;Após 200 dias removemos as cápsulas e o animal voltou a ficar  diabético&#8221;, diz Sogayar.</p>
<p>Ela explica que a equipe pretende partir para testes em animais  maiores, como porcos ou cães, e se obtiverem sucesso, pleitear a  autorização junto ao Comitê de Ética para prosseguir na etapa de testes  clínicos e avaliar a segurança e eficácia do processo em humanos.</p>
<p>&#8220;Mas para isso vamos precisar de recursos e de apoio de agentes  financiadores para que tenhamos material e pessoal capacitado para dar  andamento ao projeto&#8221;. Mari Sogayar estima concluir o projeto em dois  anos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.sidneyrezende.com/noticia/144935+transplante+de+celulas+do+pancreas+pode+melhorar+saude+de+diabeticos">Sidney Rezende</a></p>
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		<title>Estudo inédito mostra que o diabetes está fora de controle no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 19:57:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>o Diabetes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma doença grave, que atinge pelo menos um milhão de brasileiros — a maioria crianças e adolescentes — está sendo negligenciada. A pesquisa inédita “Estudo multicêntrico de diabetes tipo 1 no Brasil”, realizada durante dois anos com 3.591 pacientes de 28 cidades brasileiras, em cinco regiões, mostrou que apenas 15% dos diabéticos têm seu nível [...]<p><a href="http://www.odiabetes.net/estudo-inedito-mostra-que-o-diabetes-esta-fora-de-controle-no-brasil/">Estudo inédito mostra que o diabetes está fora de controle no Brasil</a> is a post from: <a href="http://www.odiabetes.net">o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.odiabetes.net/wp-content/uploads/2011/08/diabetes-no-brasil.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-650" title="diabetes-no-brasil" src="http://www.odiabetes.net/wp-content/uploads/2011/08/diabetes-no-brasil.jpg" alt="" width="200" height="160" /></a>Uma doença grave, que atinge pelo menos um  milhão de brasileiros — a maioria crianças e adolescentes — está sendo  negligenciada. A pesquisa inédita “Estudo multicêntrico de diabetes tipo  1 no Brasil”, realizada durante dois anos com 3.591 pacientes de 28  cidades brasileiras, em cinco regiões, mostrou que apenas 15% dos  diabéticos têm seu nível de glicemia (a taxa de açúcar no sangue) bem  controlado. Isto indica que a maioria corre o risco de complicações  graves, como doenças cardiovasculares, falência dos rins, cegueira,  amputações, e óbito. E o problema não é a falta de fitas para medir  glicemia e insulinas — materiais distribuídos de graça — e sim a pouca  conscientização para a doença, cujo índice tem aumentado em todo mundo.</p>
<p>A pesquisa — feita a partir de dados de  prontuários e questionários respondidos pelos pacientes — durou de 2008 a  2010, e se trata da maior análise sobre as condições de saúde dos  diabéticos tipo 1 no Brasil, e o impacto desta doença autoimune. O  levantamento, coordenado pela endocrinologista Marilia de Brito Gomes,  ajudará a melhorar a conscientização sobre a doença, prevenir e tratar  seus sintomas. No diabetes tipo 1, o próprio organismo ataca e destrói  as células beta que produzem o hormônio insulina. Sem esta substância, a  glicose não chega às células e elas ficam sem combustível para fabricar  energia.</p>
<p>Daí a importância de se fazer o diagnóstico  precoce, alerta Marilia. Os pais, professores e pediatras devem estar  atentos quando a criança sente necessidade de urinar várias vezes ao  dia, fome frequente, sede constante, tem perda de peso, fraqueza, fadiga  e irritação.</p>
<p>&#8220;O diabetes pode ser controlado, mas o  tratamento é complexo e envolve toda a família. Portanto, é preciso  seguir à risca a orientação do médico&#8221;, afirma Marilia, professora  associada da Faculdade de Medicina da Uerj e do Hospital Universitário  Pedro Ernesto. &#8220;Nossa pesquisa indicou que 42% dos diabéticos,  principalmente crianças, tiveram diagnóstico a partir de cetoacidose, ou  acidose metabólica, complicação grave que requer internação e pode  matar&#8221;.</p>
<p>Doença precoce apresenta maior chance de evolução para problemas crônicos</p>
<p>Ainda de acordo com o levantamento — que  teve apoio da Fundação Oswaldo Cruz, da Sociedade Brasileira de Diabetes  e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro — a  maioria dos pacientes, 71,5%, teve o diagnóstico antes dos 15 anos, e  cerca de 20% antes dos 5 anos. Isto significa que a doença tem início  precoce e, portanto, apresenta uma maior chance de evolução para  problemas crônicos, o que implica em maior custo para o Sistema Único de  Saúde e a sociedade como um todo, diz a endocrinologista.</p>
<p>&#8220;Estamos diagnosticando diabetes tipo 1  numa faixa etária cada vez mais cedo. Há casos de crianças com menos de 2  anos diabéticas&#8221;, alerta Marilia. &#8220;Não se sabe ainda as causas, mas o  excesso de peso e o maior número de substâncias tóxicas no ambiente  atacando o pâncreas, a nossa fábrica de insulina, são fatores que  contribuem&#8221;.</p>
<p>Outro complicador é que, na adolescência, o  jovem diabético muitas vezes se descuida e aparecem as complicações,  como danos aos rins e aos olhos, além de amputações de membros, diz a  médica.</p>
<p>&#8220;É alto o número de pacientes que morrem antes dos 50 anos&#8221;, reforça a médica.</p>
<p>Marilia comenta ainda que a baixa  escolaridade dos pacientes, associada à baixa renda econômica familiar,  entre um e cinco salários mínimos, da maioria dos entrevistados (77,4%) é  uma barreira no controle adequado do diabetes.</p>
<p>&#8220;Cerca de 6% dos diabéticos ainda em idade  produtiva estavam desempregados ou licenciados pelo INSS ou aposentados  devido aos males da doença&#8221;, diz Marília.</p>
<p>Como a maioria dos casos teve início com  sintomas como idas constantes ao banheiro para urinar, sentir muita sede  e perder peso, Marília, sugere a elaboração de políticas de alerta em  unidades de emergência para que realizem testes de glicemia em todos que  apresentarem esses sintomas.</p>
<p>&#8220;Entre 30% e 65% dos entrevistados não  haviam se submetido a um rastreamento das complicações crônicas no ano  anterior ao nosso levantamento. E o mais importante: pouquíssimos tinham  realizado exames para doença cardiovascular, responsável por até 44%  dos índices de mortalidade&#8221;, conta a médica.</p>
<p>Outro problema grave no Brasil é o diabetes  tipo 2, que atinge de 7 a 9 milhões da população e é causada  principalmente pelo excesso de peso e sedentarismo. Do total do custo  direto relacionado ao diabetes, 50% são devido a danos crônicos da  doença, explica Marília.</p>
<p>&#8220;Nossos dados ratificam a necessidade de programas eficazes de educação em saúde no Brasil&#8221;, afirma Marília.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20110802083923&amp;assunto=31&amp;onde=Brasil">Pernambuco.com</a></p>
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		<title>Estudo diz que dieta radical reverteria diabetes tipo 2</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jun 2011 13:03:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pesquisadores da Universidade de Newcastle (Inglaterra) divulgaram um estudo na revista científica Diabetologia sugerindo que uma dieta radical, de apenas 600 calorias diárias, por oito semanas, seria capaz de reverter a diabetes tipo 2 em pessoas que acabaram de descobrir a doença, pois reduziria os níveis de gordura no fígado e no pâncreas, facilitando os [...]<p><a href="http://www.odiabetes.net/estudo-diz-que-dieta-radical-reverteria-diabetes-tipo-2/">Estudo diz que dieta radical reverteria diabetes tipo 2</a> is a post from: <a href="http://www.odiabetes.net">o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="SearchKey_Text1">
<p><a href="http://www.odiabetes.net/wp-content/uploads/2011/06/diabetes3.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-616" title="diabetes3" src="http://www.odiabetes.net/wp-content/uploads/2011/06/diabetes3-300x224.jpg" alt="" width="219" height="163" /></a>Pesquisadores da Universidade de Newcastle (Inglaterra) divulgaram um estudo na revista científica <em>Diabetologia</em> sugerindo que uma dieta radical, de apenas 600 calorias diárias, por  oito semanas, seria capaz de reverter a diabetes tipo 2 em pessoas que  acabaram de descobrir a doença, pois reduziria os níveis de gordura no  fígado e no pâncreas, facilitando os níveis de insulina a voltarem ao  normal, como divulgou o jornal <em>Folha de S.Paulo</em> desta sexta-feira (24).</p>
<p>O estudo foi realizado com 11 pacientes que haviam sido  diagnosticados com diabetes tipo 2 até quatro anos antes. Sete se  livraram da doença três meses após o tratamento, mas os pesquisadores  dizem ser necessário seguir com os estudos para ver se o efeito é  permanente. &#8220;Essa dieta foi usada apenas para testar a hipótese de que  ao perder peso substancialmente, as pessoas também &#8216;perdem&#8217; a diabetes&#8221;,  disse Roy Taylor, diretor do Centro de Ressonância Magnética da  universidade, que não recomenda a dieta.</p>
<p>Ee Lim Lim, cientista que participou da pesquisa, disse que nem todas  as pessoas se curaram ao fim da dieta, pois &#8220;depende do quanto os  indivíduos são suscetíveis a ela&#8221;.</p>
<p>Fonte: Terra</p>
</div>
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		<title>Especialista americano promete a cura do diabetes em apenas 21 dias</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 19:55:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>o Diabetes</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.odiabetes.net/wp-content/uploads/2011/06/como-evitar-diabetes.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-601" title="como-evitar-diabetes" src="http://www.odiabetes.net/wp-content/uploads/2011/06/como-evitar-diabetes-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>“O que comemos alimenta nossos genes tanto quanto o que não comemos. A  escolha é pessoal”: é o que afirma o médico Gabriel Cousens, no livro <em>A Cura do Diabetes pela Alimentação Viva</em>,  que chega ao Brasil pela Editora Alaúde. Cousens defende que muitos dos  problemas de saúde que acometem a atual sociedade poderiam ser evitados  com a adoção de uma dieta restritiva, à base de alimentos de origem  orgânica e vegetal.</p>
<p>A obra sustenta que, ao contrário do que  prega a medicina tradicional, o diabetes tem cura. E mais: apresenta um  programa alimentar à base de alimentação viva, rico em sais minerais e  sem gordura animal, que, segundo o autor, caso seja seguido  rigorosamente, é capaz de livrar diabéticos de medicamentos e de  adaptá-los a uma taxa normal de glicose em apenas 21 dias.</p>
<p>O método de Gabriel Cousens para se chegar à erradicação do diabetes é o Programa de <em>21 Dias do Tree of Life</em>, defendido por Cousens como “a luz no final do túnel” no combate ao diabetes.</p>
<p>—  O objetivo do Programa de 21 Dias é baixar os níveis de açúcares no  organismo de pessoas que sofrem de diabetes do tipo 1 e 2 em até 80%,  através de uma dieta orgânica, vegana, rica em sais minerais, com pelo  menos 80% de alimentos vivos e com 15 a 20% de gorduras vegetais apenas —  afirma o médico.</p>
<p>A dieta é ainda rica em fibras, pobre em glicose e insulina, bem hidratada e individualizada.</p>
<p><strong>Cultura da Vida versus Cultura da Morte</strong></p>
<p>O  diabetes é um problema que cresce em proporções epidêmicas. Estima-se  que hoje a doença atinja aproximadamente 240 milhões de pessoas, de  acordo com a Federação Internacional de Diabetes (IDF), o que equivale a  6% da população mundial. E as projeções são alarmantes. Até 2025 este  número deverá ultrapassar a faixa de 350 milhões de pessoas. Tudo isso  devido aos atuais hábitos alimentares da população — que incluem a  ingestão em excesso de açúcares, gorduras, carne vermelha, alimentos  processados industrialmente, leite e derivados, além de junk food.</p>
<p>Através  de documentação, o médico contextualiza o atual problema do diabetes em  escala mundial e aponta a doença como o grande mal da sociedade  moderna, dentro de um conceito macro que ele chama de “Cultura da  Morte”.</p>
<p>— O diabetes se tornou uma pandemia porque as pessoas não  estão vivendo de forma a se manter em equilíbrio. Estão vivendo o  estilo de vida da Cultura da Morte. É por isso que chamamos esse  comportamento de ‘crime contra o bom senso’, um termo aiurvédico antigo  que descreve bem a situação — explica o médico.</p>
<p><strong>Resultados</strong></p>
<p>Numa  primeira fase, o doutor Cousens aplicou o Programa de 21 Dias em 11  pessoas portadoras de diabetes. A ideia, segundo ele, era esperar que as  pesquisas avançassem. Mas, em virtude dos excelentes resultados obtidos  com os primeiros pacientes, o médico ponderou que compartilhá-los seria  o mais correto a fazer.</p>
<p>— Talvez fizesse mais sentido escrever  este livro daqui a cinco anos com os resultados de cem pessoas, pelo  menos, mas esses resultados iniciais foram tão espetaculares, a vida de  milhões de pessoas é tão valiosa, e a possibilidade de preservação da  vida por meio desta abordagem é tão importante, que eu quis divulgar  essas informações o mais rápido possível — argumenta.</p>
<p>No livro,  ele descreve cada um dos 11 casos avaliados e aponta, através de  números, gráficos e tabelas médicas dados que comprovam que é possível  combater o diabetes através desse tipo de dieta. Um dos pacientes da  primeira fase do programa, por exemplo, apresentava diabetes do tipo 1,  com níveis de glicemia inicial — medida nas primeiras horas da manhã —  de 287. O ideal, para não portadores da doença, é que essa taxa de  glicemia fique entre 70 e 85. Depois de apenas quatro dias no programa  esse paciente pôde parar de tomar insulina completamente, pois  apresentou glicemia de jejum de 88, que depois de duas semanas caiu para  83.</p>
<p>Fonte: Zero Hora</p>
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		<title>Células-tronco ajudam a tratar diabetes e esclerose múltipla</title>
		<link>http://www.odiabetes.net/celulas-tronco-ajudam-a-tratar-diabetes-e-esclerose-multipla/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 19:14:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>o Diabetes</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>16/04/2010 &#8211; 22h34</p>
<p>&#8220;Ele não calçava a sandália, não amarrava o tênis, não calçava meia. Mesmo a roupa, ele Não vestia, não tomava banho sozinho. Agora, não. Agora, ele fala: ?não, mãe. Agora, não. Eu já posso fazer sozinho?&#8221;, conta Maria de Lurdes Marques, mãe de Diego.</p>
<p>O jovem não conseguia mais andar sozinho. Já a estudante de economia Tatiana Acar, quanto mais comia, mais emagrecia. &#8220;Eu estava com muita sede. Eu saía no meio da rua, tinha que parar para beber água, tomar um suco. Eu nem reparava, não sabia nada desses <strong>sintomas</strong>. Só reparava que estava emagrecendo muito.&#8221;</p>
<p>No caso de Tatiana, era diabetes tipo 1. Diego desenvolveu esclerose múltipla, de uma hora para outra. O que os dois têm em comum é a equipe médica, um grupo de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, pioneiro na pesquisa de células-tronco para o tratamento de doenças auto-imunes.</p>
<p>O hematologista Júlio Voltarelli, da Universidade de São Paulo (USP), comanda vários grupos de pesquisa que os cientistas chamam de protocolos. O de Diego é desenvolvido em parceria com duas universidades fora do país: uma do Canadá e outra dos Estados Unidos.</p>
<p>&#8220;O Diego foi sorteado para o transplante, fez o transplante e faz dois meses e ele não está tendo surto. Vejo esse resultado extremamente positivo. É claro que a gente tem que seguir o paciente durante vários anos, mas inicialmente um paciente que está tendo surtos a cada 15 dias, faz o procedimento e para de ter surtos, a gente fica otimista&#8221;, afirma Júlio Voltarelli.</p>
<p>Depois de muita pesquisa, os médicos já sabem que o efeito das células-tronco é mais promissor, quando a doença ainda está no começo.</p>
<p>&#8220;Aqueles outros que já estão na fase progressiva já têm sequelas. E esses pacientes na fase precoce não têm sequelas. Então, o transplante interrompendo o surto, leva o paciente a ter uma vida praticamente normal. Esse é o objetivo desse projeto novo&#8221;, explica o hematologista.</p>
<p>Diego e Tatiana estão muito contentes com o resultado, mas, nem por isso esquecem como foi difícil aceitar a idéia de se tornar uma ?cobaia? humana. &#8220;Eu ficava na dúvida, mas ao mesmo tempo eu falava: ?já não tenho mais injeção, já estou na última, não tive melhora nenhuma. Então, melhor eu fazer o transplante mesmo?&#8221;, declara Diego.</p>
<p>Para Tatiana também, era arriscar ou passar a vida sofrendo restrições alimentares e tomando altas doses de insulina diariamente. &#8220;Minha cabeça ficou fervendo. Eu não conseguia pensar em mais nada. Eu fui à minha médica de novo para saber o que ela achava, mas ninguém podia falar nada, é uma coisa muito séria para você dar uma opinião que pode mudar a sua vida completamente&#8221;, conta a jovem.</p>
<p>E ainda tinha que escolher entre dois protocolos de pesquisa: o mais usado, com quimioterapia para zerar o sistema imunológico &#8211; o que sempre representa um risco para o paciente &#8211; e a novíssima experiência com células-tronco mesenquimais, que acabou sendo a opção de Tatiana.</p>
<p>&#8220;O protocolo são oito infusões, e eu já fiz essas oito. Então, eu estou em avaliação, mas eles também querem que eu faça mais, porque eles estão vendo que está tendo resultado, porque está baixando a dose. Então, se eu fizer mais, de repente vou poder baixar ainda mais as doses e parar de tomar a insulina&#8221;, revela a jovem.</p>
<p>As células-tronco mesenquimais existem em vários tecidos como na gordura e na parede dos vasos. Além do poder de regeneração, os médicos também pesquisam a capacidade que elas teriam de regular o sistema imunológico a ponto de evitar a rejeição.</p>
<p>&#8220;O que nós fazemos é retirar da medula óssea e pode ser retirada de outros tecidos, mas no nosso projeto é da medula óssea. E a gente injeta a célula no paciente sem a quimioterapia. Essa que é a grande vantagem&#8221;, explica o hematologista Júlio Voltarelli, USP.</p>
<p>A irmã gêmea de Tatiana, que doou a medula para a irmã, acabou ganhando destaque no grupo de pesquisa, porque a quantidade de células mesenquimais que se reproduziram em laboratório surpreendeu os médicos.</p>
<p>&#8220;Geralmente, quem doava era pai. Como eu sou uma pessoa mais nova, a tendência é ela se reproduzir mais. Então, a minha irmã fez oito infusões e, como sobraram bastantes células, eles pediram para eu doar para outro paciente&#8221;, diz Juliana que aceitou doar mais células</p>
<p>É uma revolução em curso. Para ver o que acontecia no organismo de Tatiana, os médicos fizeram uma cintilografia, e essa imagem rara entrou para a história. A expectativa era ver as células-tronco concentradas no pâncreas, o órgão que mais sofre com o diabetes.</p>
<p>Mas elas aparecem mais nos rins e principalmente nos pulmões. É que Tatiana tem asma e a inflamação provocada pela doença pode ter atraído as células-tronco que tem uma vocação anti-inflamatória.</p>
<p>&#8220;É isso o que a gente está fazendo: tentando entender esses mecanismos de como a célula mesenquimal estimula outra célula para ela se diferenciar e ter a capacidade de regenerar o tecido&#8221;, aponta a bióloga Maristela Orellana, da USP.</p>
<p>&#8220;Isso agora vai demandar um estudo muito grande, onde nós vamos comparar células-tronco de diferentes fontes, de cordão umbilical, de tecido adiposo, de polpa dentária, de sangue menstrual, e ver qual é a vocação de cada uma para formar tecido. E isso vai ser um passo importante para a gente poder usar em futuras terapias&#8221;, declara a geneticista Mayana Zatz, da USP.</p>
<p>Fonte: Gazeta Online</p>
<p><a href="http://www.odiabetes.net/celulas-tronco-ajudam-a-tratar-diabetes-e-esclerose-multipla/">Células-tronco ajudam a tratar diabetes e esclerose múltipla</a> is a post from: <a href="http://www.odiabetes.net">o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes</a></p>
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		<title>Cirurgia bariátrica é eficaz no tratamento do diabetes tipo dois</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 19:11:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>o Diabetes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cirurgia bariátrica]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento do Diabetes]]></category>

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		<description><![CDATA[6 de abril de 2010 &#8211; 13h43 Estudos feitos pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica provam que cirurgias que encurtam o trajeto do estômago ao intestino são eficazes no tratamento do diabetes tipo 2. Isso se daria porque a operação interfere na produção de um hormônio que age no pâncreas. Segundo o presidente [...]<p><a href="http://www.odiabetes.net/cirurgia-bariatrica-e-eficaz-no-tratamento-do-diabetes-tipo-dois/">Cirurgia bariátrica é eficaz no tratamento do diabetes tipo dois</a> is a post from: <a href="http://www.odiabetes.net">o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<h5>6 de abril de 2010 &#8211; 13h43</h5>
<p><span>Estudos feitos pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica provam que cirurgias que encurtam o trajeto do estômago ao intestino são eficazes no tratamento do <strong>diabetes tipo 2</strong>. Isso se daria porque a operação interfere na produção de um hormônio que age no pâncreas.</span></p>
<p>Segundo o presidente da instituição, Thomas Szego, um dos líderes mundiais em estudos sobre as operações do <strong>diabetes</strong>, a pesquisa mostra que a operação faz efeito antes mesmo da redução de peso.</p>
<p>Entretanto, Szego alerta que a cirurgia bariátrica para o controle do<strong> diabetes tipo 2</strong> somente é recomendada aos portadores da doença que tenham Índice de Massa Corpórea (IMC) acima de 35.</p>
<p><strong>IMC<br />
</strong><br />
Para calcular o IMC deve-se dividir o peso em quilogramas pela altura em metros ao quadrado (IMC = Peso/ Altura²).</p>
<p><span>Fonte: Band<br />
</span></p>
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		<title>Plantas amazônicas podem combater hipertensão e diabetes</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 19:04:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>o Diabetes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[31 de março de 2010 Um estudo realizado pelo pesquisador Emerson Silva Lima da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) revelou que plantas amazônicas como Jucá e Embaúba da Amazônia possuem efeitos inibidores em doenças como hipertensão e diabetes. Com o tema “Plantas amazônicas com efeitos inibidores sobre enzimas-chave na hipertensão e diabetes” a pesquisa foi [...]<p><a href="http://www.odiabetes.net/plantas-amazonicas-podem-combater-hipertensao-e-diabetes/">Plantas amazônicas podem combater hipertensão e diabetes</a> is a post from: <a href="http://www.odiabetes.net">o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>31 de março de 2010</p>
<p><span>Um estudo realizado pelo pesquisador Emerson Silva Lima da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) revelou que plantas amazônicas como Jucá e Embaúba da Amazônia possuem efeitos inibidores em doenças como hipertensão e <strong>diabetes</strong>.</span></p>
<p>Com o tema “Plantas amazônicas com efeitos inibidores sobre enzimas-chave na hipertensão e diabetes” a pesquisa foi realizada durante dois anos. Neste período o pesquisador identificou várias espécies com potencial para o desenvolvimento de fitoterápicos.</p>
<p>“Podemos citar o Jucá (Caeadaphinea ferrea), com resultados promissores na inibição de glicose e de uma espécie de Embaúba da Amazônia capaz de inibir lípase pancreática que é uma enzima produzida pelo pâncreas, responsável pela quebra dos lipídios em substâncias simples que pode ser utilizada para o tratamento de pacientes diabéticos e com colesterol elevado no sangue”, explica.</p>
<p>O pesquisador desenvolveu estudos com várias plantas, algumas delas utilizadas pela população amazonense para o tratamento de diversos problemas de saúde.</p>
<p>“Por motivo de sigilo, uma vez que os dados gerados pela pesquisa podem ser utilizados em solicitações de patentes, alguns nomes de espécies estudadas ainda não podem ser divulgados”, explica Lima, acrescentando que também realizou estudos com a insulina vegetal (Cissus sicyoides), espécie de planta utilizada popularmente para combater diabetes.</p>
<p><span>Fonte: Portal Amazonia<br />
</span></p>
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		<title>Nova arma contra a diabetes</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 22:24:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>o Diabetes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[25 de Março de 2010 17:47 Professor da Universidade Católica de Brasília João Lindolfo Borges apresentará, no Congresso Americano de Diabetes, que ocorre nos Estados Unidos ainda este ano, uma nova opção médica no combate a diabetes. A partir de testes de um novo medicamento realizados com voluntários selecionados pelo Centro de Pesquisa Clínica do [...]<p><a href="http://www.odiabetes.net/nova-arma-contra-a-diabetes/">Nova arma contra a diabetes</a> is a post from: <a href="http://www.odiabetes.net">o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>25 de Março de 2010 17:47</p>
<p>Professor da Universidade Católica de Brasília João Lindolfo Borges apresentará, no Congresso Americano de Diabetes, que ocorre nos Estados Unidos ainda este ano, uma nova opção médica no <strong>combate a diabetes</strong>. A partir de testes de um novo medicamento realizados com voluntários selecionados pelo Centro de Pesquisa Clínica do Brasil, foram obtidos resultados inovadores que revelam maiores possibilidades de recuperação para os <strong>diabéticos</strong>.</p>
<p>O tratamento é o primeiro a permitir que o pâncreas, produtor de insulina e altamente debilitado pela doença, inicie um processo de regeneração e recuperação de seu tamanho e capacidade. Até então, o tratamento para <strong>diabetes</strong> somente paralisava a deterioração do órgão, que em muitos casos apresentava estado crítico. Além da melhora das funções do pâncreas, que representa grande avanço na qualidade de vida do diabético, o medicamento promoveu também o emagrecimento dos pacientes obesos. A previsão é que a novidade esteja disponível no mercado dentro de um ano.</p>
<p>A <strong>diabetes </strong>é um mal crescente que hoje atinge 10% dos adultos brasileiros. Esse dado alarmante está diretamente ligado à obesidade, presente na vida de um quinto da população adulta. Mesmo com os tratamentos avançados contra a doença, ser diabético é um estado delicado que exige uma série de cuidados do paciente. João Lindolfo destaca que “nenhuma medida é eficiente se o diabético não muda completamente seus hábitos, iniciando uma forte dieta e praticando exercícios físicos”.</p>
<p>Para a realização dos testes, o Centro de Pesquisa precisou da aprovação do Conselho de Ética da Universidade Católica, Conselho Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP) e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa. Qualquer cidadão vítima da doença pode ser voluntário para testar os novos medicamentos e tratamentos, desde que passe pelo processo de seleção do Centro, que conta com uma série de entrevistas e exames. O paciente selecionado conta com todo o auxílio, incluindo transporte e alimentação. Além da diabetes, o Centro também está realizando testes em homens com osteoporose. Os interessados podem entrar em contato com o Centro de Pesquisa Clínica do Brasil pelo telefone 3364-3364.</p>
<p><em>Fonte: UCB Assessoria de Comunicação</em> <!-- google_ad_section_end --></p>
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		<title>Remédio genérico e de baixo custo ajuda diabéticos, diz estudo</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 21:57:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>o Diabetes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[18 de março de 2010 • 14h57 Um medicamento anti-inflamatório genérico e de baixo custo, da família da aspirina, ajudou os pacientes participantes de um teste clínico a administrar seu diabetes tipo 2 e reduzir o nível de açúcar no sangue, acrescentando indícios de que a inflamação desempenha papel importante no diabetes e possivelmente apontando [...]<p><a href="http://www.odiabetes.net/remedio-generico-e-de-baixo-custo-ajuda-diabeticos-diz-estudo/">Remédio genérico e de baixo custo ajuda diabéticos, diz estudo</a> is a post from: <a href="http://www.odiabetes.net">o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>18 de março de 2010 • 14h57</p>
<p>Um medicamento anti-inflamatório genérico e de baixo custo, da família da aspirina, ajudou os pacientes participantes de um teste clínico a administrar seu<strong> diabetes tipo 2</strong> e reduzir o nível de açúcar no sangue, acrescentando indícios de que a inflamação desempenha papel importante no diabetes e possivelmente apontando para novas abordagens terapêuticas quanto à doença.</p>
<p>O medicamento, conhecido como salsalate, é aparentado à aspirina mas causa menos problemas estomacais, e está em uso há anos para tratamento de artrite e dores nas juntas. Os pacientes que o utilizaram como parte de um teste clínico com seleção aleatória conduzido pelos pesquisadores do Centro de Diabetes Joslin apresentavam melhoras em termos de nível de açúcar no sangue, em prazo de três meses, e os que haviam recebido as maiores dosagens reduziram seus índices de hemoglobina A1C em média por 0,5%. Os pacientes receberam o medicamento também apresentavam contagem reduzida de triglicérides.</p>
<p>&#8220;O potencial é realmente muito animador&#8221;, disse a Dra. Allison B., Goldfine, diretora de pesquisa clínica do centro e principal autora do estudo, que saiu na terça-feira pela revista <em>Annals of Internal Medicine</em>. &#8220;Podemos dispor de uma nova classe de agentes terapêuticos para tratamento de pacientes de diabetes tipo 2, e sempre que surge um novo agente seguro, efetivo e de baixo custo, há motivo para entusiasmo&#8221;.</p>
<p>Ainda mais importante, o trabalho pode ajudar a desvendar as causas básicas do diabetes, disse o Dr. Steven Shoelson, o principal autor do artigo e diretor do departamento de pesquisa patofisiológica e farmacologia molecular do centro Joslin, além, de professor na escola de medicina da Universidade Harvard.</p>
<p>&#8220;Se formos capazes de compreender de que maneira esse processo está funcionando, poderemos descobrir algumas das causas subjacentes do diabetes e como a obesidade promove inflamações, assim como a forma pela qual a inflamação promove o diabetes e outros problemas de saúde crônicos&#8221;, disse Shoelson.</p>
<p>Os dois pesquisadores recomendaram cautela, no entanto, acrescentando que novas pesquisas seriam necessárias antes que os médicos passem a receitar o salsalate regularmente. Pouco mais de 100 pacientes completaram o teste clínico controlado, e alguns deles experimentaram efeitos colaterais negativos, como uma elevação no teor de LDL, ou mau colesterol. O efeito colateral mais comum surgiram entre os pacientes que estavam usando um medicamento contra diabetes conhecido como sulfonylureas, e experimentaram episódios de hipoglicemia &#8211; queda do teor de açúcar no sangue- que podem ser perigosos.</p>
<p>Os especialistas que não participaram do teste conduzido em diversas localidades concordaram em que novos testes em escala maior eram necessários, e afirmaram que o impacto do medicamento sobre o teor de glicose no sangue era moderado. Mas afirmaram que as constatações ainda assim eram animadoras porque sugeriam que o diabetes tipo 2 poderia ser combatido por meio do tratamento das inflamações subjacentes.</p>
<p>&#8220;Isso expande o arsenal de terapias disponíveis contra essa doença&#8221;, disse o Dr. Domenico Accili, diretor do Centro de Pesquisa de Diabetes e Endocrinologia na Universidade Colúmbia. Porque a aterosclerose também é considerada como estado inflamatório, a abordagem poderia em tese reduzir o risco de complicações cardiovasculares associadas ao diabetes, ele afirmou.</p>
<p>A Dra. Meredith Hawkins, professora de medicina no Albert Einstein College of Medicine, Nova York, disse que o trabalho demonstrava que &#8220;as inflamações são um bom alvo para o tratamento do diabetes &#8211; e isso é algo sobre o que vínhamos discutindo há muito&#8221;.</p>
<p>A pesquisa contou com o apoio do Instituto Nacional de Saúde e com o Instituto Nacional de Diabetes, e de Doenças Renais e Digestivas. O salsalate custa menos de 25 centavos de dólar por comprimido, e não oferece uma oportunidade de lucro que atrairia pesquisas por grandes empresas farmacêuticas. Mas com 23,6 milhões de americanos sofrendo de diabetes outros 57 milhões em estágio pré-diabético, o governo federal tem forte interesse no desenvolvimento de novos tratamentos.</p>
<p>Como parte do teste, pesquisadores de 17 diferentes centros clínicos designaram aleatoriamente 108 pessoas com idades dos 18 aos 75 anos para quatro grupos que seguiriam regimes diferenciados, três dos quais receberiam doses distintas de salsalate três vezes por dia, enquanto os pacientes do quarto recebiam placebos, ou seja, pílulas anódinas.</p>
<p>Os pacientes mantiveram seus regimes regulares de tratamento contra o diabetes tipo 2 ao longo do estudo. Depois de três meses, os pacientes que usaram o salsalate apresentavam maior probabilidade de melhoria no teor de açúcar no sangue do que os tratados com o placebo, e aqueles que receberam a maior dose utilizada, quatro gramas diários, mostraram o maior progresso.</p>
<p>Fonte: Terra</p>
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		<title>Tratamento do Diabetes</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 19:14:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>o Diabetes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tratamento do Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[gestacional]]></category>
		<category><![CDATA[tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[tipo 2]]></category>

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		<description><![CDATA[Diabetes tipo 1 Quem tem Diabetes tipo 1 precisa aplicar insulina diariamente de acordo com a recomendação médica, que vai ser prescrita de acordo com a idade do paciente, tipo físico, alimentação, estilo de vida, entre outros. Também é recomendada uma dieta alimentar assim como a prática de exercícios físicos, com o objetivo de melhorar [...]<p><a href="http://www.odiabetes.net/tratamento-do-diabetes/">Tratamento do Diabetes</a> is a post from: <a href="http://www.odiabetes.net">o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Diabetes tipo 1</h2>
<p>Quem tem <strong>Diabetes tipo 1</strong> precisa aplicar insulina diariamente de acordo com a recomendação médica, que vai ser prescrita de acordo com a idade do paciente, tipo físico, alimentação, estilo de vida, entre outros.<br />
Também é recomendada uma dieta alimentar assim como a prática de exercícios físicos, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida do diabético.</p>
<h2>Diabetes Tipo 2</h2>
<p>Em geral, é necessário o uso de medicamentos orais, conhecidos como hipoglicemiantes, que ajudam no aumento da secreção de insulina ou melhorando a ação da insulina. A medicação só deve ser prescrita pelo médico.<br />
Alguns casos só é necessário um controle rigoroso da alimentação, sem a necessidade do uso de medicamentos. Em outros, é preciso fazer receber aplicações de insulina.<br />
No diabetes tipo 2, a prática de exercícios físico e o controle alimentar também são recomendados.</p>
<h2>Diabetes Gestacional</h2>
<p>A primeira recomendação é controlar os níveis de açúcar (glicose) no sangue durante toda a gestação, para garantir o bem estar do feto. Para tanto, é necessário fazer uma dieta bem orientada pelo médico com as calorias e nutrientes fundamentais para a gravidez e para manutenção do nível de glicose.</p>
<p>Também é recomendado o monitoramento fetal, através de ultra-som, para acompanhar o desenvolvimento do feto</p>
<p>Caso a glicose não seja controlada com a dieta, será preciso a aplicação de insulina. Neste período, também é fundamental o monitoramento do nível de glicose no sangue.</p>
<p><strong>Importante</strong></p>
<p>Independente do tratamento receitado, o paciente deve seguir cuidadosamente as instruções do médico. É importante controlar o nível de açúcar no sangue, prevenindo, inclusive, que esse nível baixe demais (hipoglicemia), situação que também colocará em risco a sua vida.</p>
<p>Um portador de diabetes deve cuidar-se muito bem para evitar outras complicações, como enfermidades cardíacas, derrames cerebrais (AVC), cegueira, problemas renais, e inflamações nos tendões, principalmente nos pés e nas pernas.</p>
<p><strong>Algumas dicas importantes: </strong></p>
<ul>
<li>siga a dieta recomendada pelo médico ou nutricionista, inclusive quando fizer refeições fora de casa;</li>
<li>quando viajar solicite alimentos para diabéticos, nos hotéis e aviões, por exemplo;</li>
<li>beba água ou outras bebidas não calóricas quando sentir o impulso de ingerir alimentos inadequados;</li>
<li>evite comer de forma compulsiva. Alimente-se em horários regulares;</li>
<li>evite bebidas alcoólicas;</li>
<li>coma devagar e mastique bem os alimentos;</li>
<li>não fume. Fumar causa doenças cardíacas.</li>
<li>sempre leve consigo alguma identificação informando que você é diabético. Será fundamental em caso de emergência;</li>
<li>realize um exame de vista após receber o diagnóstico do diabetes. E habitue-se a visitar o oftalmologista pelo menos uma vez por ano.</li>
</ul>
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