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	<title>o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes &#187; Sintomas do Diabetes</title>
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	<description>Saiba quais os sintomas do diabetes e quais os tratamentos da doença. Entenda a diferença dos tipos do diabetes: mellitus tipo 1, mellitus tipo 2 e gestacional.</description>
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		<title>Estudo mostra relação entre aumento de casos de autismo e diabetes</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Oct 2011 20:19:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>o Diabetes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma nova pesquisa sobre as anomalias genéticas e bioquímicas associadas ao autismo revela que existe uma possível ligação entre a doença neurológica e o diabetes tipo 2. Os dois transtornos médicos tiveram o número de casos em ascensão nas últimas décadas. &#8220;Parece que ambos, o diabetes tipo 2 e autismo, têm um mecanismo comum subjacente: [...]<p><a href="http://www.odiabetes.net/estudo-mostra-relacao-entre-aumento-de-casos-de-autismo-e-diabetes/">Estudo mostra relação entre aumento de casos de autismo e diabetes</a> is a post from: <a href="http://www.odiabetes.net">o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.odiabetes.net/wp-content/uploads/2011/10/autismo.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-699" title="autismo" src="http://www.odiabetes.net/wp-content/uploads/2011/10/autismo.jpg" alt="" width="200" height="160" /></a>Uma nova pesquisa sobre as anomalias genéticas e bioquímicas associadas  ao autismo revela que existe uma possível ligação entre a doença  neurológica e o diabetes tipo 2. Os dois transtornos médicos tiveram o  número de casos em ascensão nas últimas décadas.</p>
<p>&#8220;Parece que  ambos, o diabetes tipo 2 e autismo, têm um mecanismo comum subjacente: a  intolerância à glicose e a hiperinsulinemia (excesso de insulina na  corrente sanguínea)&#8221;, avalia Michael Stern, bioquímico da Rice  University, nos EUA e autor do estudo que aparece na edição deste mês da  revista Frontiers in Cellular Endocrinology.</p>
<p>A hiperinsulinemia,  frequentemente um precursora da resistência à insulina, é uma condição  caracterizada por níveis de excesso de insulina na corrente sanguínea.  Resistência à insulina é freqüentemente associada com obesidade e com o  diabetes tipo 2.</p>
<p>&#8220;Será muito fácil para os clínicos testar a  hipótese deste estudo&#8221;, afirma Stern, professor de bioquímica e biologia  celular na Rice. &#8220;Eles podem fazer isso colocando crianças autistas em  dietas de baixo carboidratos, que minimizam a secreção de insulina, e  ver se os sintomas melhoram&#8221;.</p>
<p>Stern diz também que a nova  descoberta sugere que a tolerância à glicose em mulheres grávidas pode  ter de ser abordada com mais seriedade do que tem sido feito até agora.</p>
<p>O  laboratório de Stern está localizado no Collaborative Rice Research  BioScience, seção especializada em investigar as interações genéticas  associadas a doenças genéticas como a neurofibromatose, um distúrbio no  qual os pacientes são várias vezes mais propensos a apresentar sintomas  de autismo e de desordens do espectro do autismo, como a síndrome de  Asperger. Autismo e Asperger são desordens neurológicas que têm forte  base genética, mas ainda pouco compreendida pelos pesquisadores. Os  Centros dos EUA para Controle de Doenças e Prevenção estimam que cerca  de nove em cada mil crianças dos EUA são diagnosticadas com autismo ou  Asperger.</p>
<p>Stern comenta que, pelo menos, quatro genes associados  com freqüência ao autismo são conhecidos por produzir proteínas que  desempenham um papel chave em um caminho bioquímico conhecido como  PI3K/Tor. Stern diz que estava estudando uma forma de funcionamento  anormal nas sinapses de cobaias com esta espécie de anomalias,  notavelmente semelhantes a anormalidades observadas em cobaias com  defeitos em um caminho diferente, conhecido como mGluR, que determina  depressão a longo prazo.</p>
<p>&#8220;Passei muito tempo pensando sobre a  sinalização da insulina, porque um outro projeto no meu laboratório é um  projeto de endocrinologia em que estamos estudando como as principais  proteínas envolvidas na sinalização de insulina afetam o tempo de  metamorfose em cobaias de laboratório&#8221;, diz Stern.</p>
<p>De seus  estudos em ambas as áreas, Stern sabia duas coisas: PI3K/Tor foi a  principal via de sinais de insulina dentro das células, e a insulina  pode afetar as sinapses de modo muito semelhante aos defeitos mGluR  associados com o autismo.</p>
<p>&#8220;Quando li que a incidência de autismo  foi aumentando, e combinada com o fato de que a incidência de diabetes  tipo 2 também está aumentando, parecia razoável que cada aumento poderia  ter a mesma causa final — o aumento da hiperinsulinemia em geral na  população&#8221;, disse Stern.</p>
<p>Stern disse que ele organizou o estudo  alguns meses atrás, quando uma empresa de consultoria de saúde cuidado  pediu-lhe para fornecer informações sobre o autismo.</p>
<p>&#8220;Na  preparação para esta entrevista, eu descobri que o diabetes gestacional  foi o mais importante fator de risco materno identificado para o  autismo, mas que nenhum mecanismo conhecido poderia ser responsável por  isso&#8221;, Stern lembrou. — Foi quando eu percebi que isso não era óbvio  para os outros no campo científico. Então decidi escrever isto com a  esperança de que os clínicos possam se tornar conscientes disso e tratar  seus pacientes de acordo.&#8221;</p>
<p>Ao escrever o artigo, Stern disse que  aprendeu que o papel da insulina na função cognitiva está se tornando  mais amplamente aceita.</p>
<p>&#8220;Eu estava verificando se a insulina era  conhecida por afetar a função sináptica, e aprendi que a aplicação nasal  de insulina já está sendo testada para ver se é benéfica para outros  casos, como pacientes de Alzheimer e até de esquizofrenia&#8221;.</p>
<p>Stern  disse que também descobriu que estudos preliminares indicam que dietas  baixas em carboidratos foram terapêutica para algumas pessoas com  autismo e Asperger.</p>
<p>&#8220;Baseado no que já está na literatura, a  insulina tem de ser levada a sério como um elemento causador de  autismo&#8221;, disse Stern. &#8220;Espero que os médicos possam dar o próximo passo  e estabelecer parâmetros de um rigoroso teste para determinar a melhor  forma de usar essa informação para beneficiar os pacientes&#8221;.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20111020202648&amp;assunto=31&amp;onde=Mundo">Pernambuco.com</a></p>
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		<title>Ronco é indício de problemas cardíacos e diabetes</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 21:55:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>o Diabetes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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		<description><![CDATA[18/03/2010 às 06h56m O barulho não parece um som feminino, mas ronco também é problema de mulher. O sinal noturno, inclusive, não deveria ser motivo para vergonha e sim para cautela. As pesquisas mais recentes atestaram que o ruído é um forte indício de risco de infarto, acidente vascular cerebral (AVC) e diabetes, as três [...]<p><a href="http://www.odiabetes.net/ronco-e-indicio-de-problemas-cardiacos-e-diabetes/">Ronco é indício de problemas cardíacos e diabetes</a> is a post from: <a href="http://www.odiabetes.net">o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>18/03/2010 às 06h56m</p>
<p>O barulho não parece um som feminino, mas ronco também é problema de mulher. O sinal noturno, inclusive, não deveria ser motivo para vergonha e sim para cautela.</p>
<p>As pesquisas mais recentes atestaram que o ruído é um forte indício de risco de infarto, acidente vascular cerebral (AVC) e diabetes, as três doenças que mais ameaçam a vida das brasileiras.</p>
<p>Após os 40 anos de idade, afirmam os especialistas, elas perdem a proteção hormonal e aparecem equiparadas aos homens nas estatísticas de uma doença chamada apneia do sono, que tem como um dos sintomas clássicos o ronco.</p>
<p>Geraldo Lorenzi, pneumologista da Universidade de São Paulo (USP) e especialista em medicina do sono, explica que apneia é um problema “traiçoeiro”, caracterizado pela ausência repetida de respiração por alguns segundos enquanto a pessoa está dormindo.</p>
<p>“Homens e mulheres sofrem deste mal e o ronco, nestes casos, é alto, contínuo e parece que ressuscita a pessoa. É comum acordarem com o próprio barulho, como se estivessem afogadas”, diz. “Nem todo mundo que ronca tem apneia, mas todos que têm apneia roncam.”</p>
<p>Antes a apneia era considerada grave porque compromete a qualidade de vida, impede o descanso durante o sono, atrapalha a concentração, o humor e até os relacionamentos. Agora, a preocupação dos estudiosos é dupla: os estudos têm mostrado que a probabilidade de sofrer problemas cardíacos, vasculares e também metabólicos é duas vezes maior em quem tem apneia, como explica o cardiologista do Instituto do Coração (Incor) e pesquisador da qualidade do sono, Rodrigo Pedrosa.</p>
<p>“Como a pessoa fica sem respirar por alguns instantes diminui a oxigenação do organismo. Isso faz com a pressão arterial fique mais alta, aumentando os riscos de enfarte e AVC”, explica. “Outro problema é que, sem oxigênio, a produção de adrenalina também é super estimulada, o que aumenta a produção de glicose e, por consequência, o <strong>diabetes</strong>.”</p>
<p>Pedrosa afirma que diversos estudos norte-americanos já confirmaram a relação entre apneia e complicações cardíacas. Um deles, feito por meio da análise de 1.000 atestados de óbitos, concluiu que o risco de morte cardiovascular era duplicado nos que sofriam agravos do sono. “Confirmamos o risco em um estudo feito no Incor. Analisamos 80 pacientes, metade com apneia, outra sem. Identificamos arritmia (batimentos irregulares do coração) em 30% dos pacientes com apneia e apenas em 6,25% nos que não tinham a queixa.”</p>
<p><strong>Mulheres desavisadas</strong></p>
<p>Uma pesquisa feita o ano passado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) mostrou que a apneia é muito mais presente nas “camas” da população do que se imagina. Em análise feita com 6 mil adultos foi atestado que 32% deles tinham algum grau de ausência de respiração no sono. Para entrar no grupo era preciso ter mais de 15 “paradas” de respiração por minuto dormindo. Em casos graves, são mais de 30 paradas.<br />
A responsável pelo Instituto de Medicina do Sono, Lia Bittencourt, explica que os sinais do problema são sonolência constante, hipertensão e cansaço, quase sempre negligenciados pelos pacientes e pelos médicos.</p>
<p>Rosana Alves, especialista em sono da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, lembra que entre as mulheres a identificação do problema é ainda mais difícil. “Primeiro porque no sexo feminino, em vez de sonolência, um dos sintomas comuns de apneia é depressão, o que dificulta ainda mais o diagnóstico. Depois porque as mulheres escutam o ronco dos maridos e avisam que eles estão com problema. O inverso nem sempre acontece e a queixa passa sem ser percebida.”</p>
<p><strong>Obesidade e tratamento</strong></p>
<p>A apneia do sono acontece quando há muita gordura na faringe, dificultando a passagem do ar, o que provoca as paradas respiratórias. Por isso, as pessoas obesas estão no topo do ranking do grupo de risco. Idosos, que ficam com a musculatura do pescoço mais frágil, também são mais vulneráveis. Má formação craniana é outro motivo, sendo mais comum em crianças (1% dos menores de 18 anos tem apneia).</p>
<p>O tratamento convencional é feito com a utilização de um aparelho chamado CPAP. É uma espécie de máscara, ligada a uma tubulação, que precisa ser usada toda noite. Como é muito grande e cara (entre R$ 1.500 e R$ 6.000) precisa de orientação médica constante para não ser descartada ou subutilizada pelo paciente.</p>
<p>A diretora do Instituto de Medicina do Sono da Unifesp, Lia Bittencourt, complementa: emagrecer, tocar instrumentos de sopro e fazer acupuntura são outros tratamentos não convencionais que estão sendo investigados, já com resultados promissores.</p>
<p>“É preciso procurar ajuda do médico. Costumo dizer que morrer de vergonha do ronco é pior do que morrer por causa do ronco”, compara o pneumologista Geraldo Lorenzi.</p>
<p>Fonte: O Rio Branco Net</p>
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		<title>Sintomas do Diabetes</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 19:12:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>o Diabetes</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Os <strong>sintomas do Diabetes</strong><strong> </strong>tipo 1 e 2 são semelhantes. A diferença é que no<strong> tipo 1 </strong>eles surgem de maneira rápida. Já no Diabetes tipo II eles aparecem lentamente e gradualmente. É importante destacar que no estágio inicial os sintomas não são percebidos, por isso é importante realizar exames que identifiquem a doença, principalmente as pessoas que estão acima do peso ou que têm caso de diabetes na família. No caso do <strong>Diabetes tipo 2</strong>, às vezes os sintomas não aparecem.</p>
<p>Veja abaixo os <strong>sintomas </strong>detalhados de cada tipo da doença.</p>
<h2>Diabetes Tipo 1</h2>
<ul>
<li>Sede excessiva;</li>
<li>Vontade de urinar diversas vezes;</li>
<li>Perda de peso;</li>
<li>Fome freqüente;</li>
<li>Visão embaçada;</li>
<li>Infecções repetidas na pele ou mucosas;</li>
<li>Machucados que demoram a cicatrizar;</li>
<li>Fadiga;</li>
<li>Fraqueza;</li>
<li>Nervosismo;</li>
<li>Mudanças de humor;</li>
<li>Náusea;</li>
<li>Vômito;</li>
<li>Dores nas pernas por causa da má circulação.</li>
</ul>
<h2>Diabetes Tipo 2</h2>
<ul>
<li>Fadiga ou cansaço físico;</li>
<li>Micções freqüentes;</li>
<li>Aumento da sede e do apetite;</li>
<li>Perda de peso;</li>
<li>Alteração visual;</li>
<li>Dificuldade de cicatrização de feridas;</li>
<li>Infecções freqüentes de pele e mucosas;</li>
<li>Dormências ou formigamentos nos pés;</li>
</ul>
<h2>Diabetes Gestacional</h2>
<p>Normalmente não apresentam sintomas. Quando aparecem são os semelhante ao Diabetes tipo 2</p>
<ul>
<li>Fadiga ou cansaço físico;</li>
<li>Micções freqüentes;</li>
<li>Aumento da sede e do apetite;</li>
<li>Perda de peso;</li>
<li>Alteração visual;</li>
<li>Dificuldade de cicatrização de feridas;</li>
<li>Infecções freqüentes de pele e mucosas;</li>
<li>Dormências ou formigamentos nos pés.</li>
</ul>
<p><a href="http://www.odiabetes.net/sintomas-do-diabetes/">Sintomas do Diabetes</a> is a post from: <a href="http://www.odiabetes.net">o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes</a></p>
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