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	<title>o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes &#187; EUA</title>
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	<description>Saiba quais os sintomas do diabetes e quais os tratamentos da doença. Entenda a diferença dos tipos do diabetes: mellitus tipo 1, mellitus tipo 2 e gestacional.</description>
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		<title>Brasil avança no ranking internacional do diabetes</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 14:32:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>o Diabetes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma mistura de envelhecimento da população, sedentarismo, obesidade e alimentação nada saudável tem feito com que o Brasil avance no ranking internacional de diabetes. Os relatórios da Federação Internacional de Diabetes (FID) colocam luz neste problema. Os dados divulgados para as sociedades médicas de todo mundo mostram que o País ocupa, atualmente, o 5º lugar [...]<p><a href="http://www.odiabetes.net/brasil-avanca-no-ranking-internacional-do-diabetes/">Brasil avança no ranking internacional do diabetes</a> is a post from: <a href="http://www.odiabetes.net">o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.odiabetes.net/wp-content/uploads/2010/06/MapaMundo.gif"><img class="alignleft size-medium wp-image-373" title="MapaMundo" src="http://www.odiabetes.net/wp-content/uploads/2010/06/MapaMundo-300x183.gif" alt="" width="300" height="183" /></a>Uma mistura de envelhecimento da população, sedentarismo, obesidade e alimentação nada saudável tem feito com que o Brasil avance no ranking internacional de diabetes.</p>
<p>Os relatórios da Federação Internacional de Diabetes (FID) colocam luz neste problema. Os dados divulgados para as sociedades médicas de todo mundo mostram que o País ocupa, atualmente, o 5º lugar na lista mundial de nações com o maior número de portadores da doença. Em 2007, último ano da publicação do chamado “atlas global da doença”, os brasileiros estavam na 8ª posição.</p>
<p>Ainda que a própria FID reconheça que a metodologia para contabilizar os casos foi aperfeiçoada (o que comprometeria a comparação de resultados), os autores do trabalho afirmam que o avanço mundial em proporções da epidemia do diabetes é consolidado, saindo de 135 milhões em 1995 para os atuais 285 milhões de habitantes.</p>
<p>Os já numerosos diabéticos do Brasil (7,6 milhões atualmente) vão aumentar ainda mais, segundo as projeções da FID. Em 20 anos, os adultos com a doença (entre 20 e 79 anos) vão crescer 67,1%, o quinto maior aumento mundial de população que convive com o problema metabólico.</p>
<p>Estão à frente do Brasil no grupo de maior aumento expressivo de diabetes, o Paquistão (94,3% de aumento), a Indonésia (81,4%), México (75%) e Índia (71,2%). Não por coincidência, define Harvey Katzeff – professor adjunto de Medicina do Albert Einstein College of Medicine e médico do Ambulatório de Diabetes do Montefiore Medical Center – são países em desenvolvimento, que passam por uma transformação cultural na questão da alimentação (mais fast food) e dedicam cada vez menos tempo para atividades físicas.</p>
<p>Irmã da obesidade</p>
<p>“O aumento do diabetes está em todos os lugares, mas é mais forte em locais que estão em desenvolvimento”, afirmou Katzeff em entrevista ao iG. “O crescimento do diabetes acompanha o avanço da obesidade. A alimentação, a má alimentação, é responsável por este fenômeno”, diz.</p>
<p>No Atlas, o grupo de pesquisadores do FID alertam para as diferenças de incidência de diabetes na população mundial. Segundo eles, “nos países desenvolvidos, a maior parte dos portadores de diabetes tem mais de 60 anos”. Já nos países em desenvolvimento, “o grande aumento de casos é na chamada população economicamente ativa, entre 40 e 60 anos”.</p>
<p>O prejuízo do diabetes atingir diretamente as pessoas que dão fôlego para a mão-de-obra dos países foi calculado em uma pesquisa feita por um dos laboratórios fabricante de medicamentos para o controle da doença. Entre os 600 diabéticos que participaram do estudo da Merck Sharp &amp; Dhome, 20% informaram que a capacidade de trabalhar foi afetada, sendo que deste total 12% informaram que estão sem trabalhar ou tiveram de abandonar o serviço no ano anterior ao da pesquisa.</p>
<p>Medicamentos e novas tecnologias</p>
<p>No Brasil, só até março deste ano, os diabéticos ocuparam 36.267 leitos em todas as unidades de saúde públicas. Os pacientes internados por causa da doença estão em ascensão, o que mostra que as complicações relacionadas à dificuldade de controlar a glicose (em casos mais graves há casos de cegueira e amputação de membros) também estão crescendo.</p>
<p>Entre 2008 e 2009, mostram os números, a ampliação de pacientes com diabetes internados foi de 7,1%, passando de 131.734 para 141.174. Os medicamentos para controlar a doença já aumentaram a qualidade e hoje têm menos efeitos colaterais – antes a maior reclamação dos pacientes era o ganho de peso (ainda assim, as drogas metabólicas não podem ser usadas para emagrecer).</p>
<p>Além das medicações, os pesquisadores brasileiros também estão empenhados em descobrir técnicas cirúrgicas capazes de controlar a doença metabólica. A Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica afirma que o País é um dos principais em pesquisas na área, mas nenhum procedimento ainda foi reconhecido pelo Conselho Federal de Medicina. O CFM montou um grupo para avaliar estas propostas.</p>
<p>Ranking de 2007</p>
<p>1º &#8211; Índia<br />
2º &#8211; China<br />
3º &#8211; EUA<br />
4º &#8211; Rúsiia<br />
5º &#8211; Alemanha<br />
6º &#8211; Japão<br />
7º &#8211; Paquistão<br />
8º &#8211; Brasil<br />
9º &#8211; México<br />
10º &#8211; Egito</p>
<p>Ranking de 2010</p>
<p>1º &#8211; Índia<br />
2º &#8211; China<br />
3º &#8211; EUA<br />
4º &#8211; Rússia<br />
5º &#8211; Brasil<br />
6º &#8211; Alemanha<br />
7º &#8211; Paquistão<br />
8° &#8211; Japão<br />
9º &#8211; Indonésia<br />
10º &#8211; México</p>
<p>Ranking de 2030 (projeção)</p>
<p>1º &#8211; Índia<br />
2º &#8211; China<br />
3º &#8211; EUA<br />
4º &#8211; Paquistão<br />
5º &#8211; Brasil<br />
6º &#8211; Indonésia<br />
7º &#8211; México<br />
8º &#8211; Bangladesh<br />
9º &#8211; Rússia<br />
10º &#8211; Egito</p>
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		<title>&#8216;Obesidade extrema&#8217; é nova categoria de doença que afeta crianças dos EUA</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 22:01:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>o Diabetes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes do tipo 2]]></category>
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		<category><![CDATA[Obesidade extrema]]></category>

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		<description><![CDATA[18/03/10 &#8211; 18h54 São &#8216;extremamente obesas&#8217; crianças com IMC superior a 35. Problema atinge 7,3% dos meninos e 5,5% das meninas. Cada vez mais crianças americanas entram, desde pequenas, na &#8220;obesidade extrema&#8221;, uma categoria associada a mais riscos de morte prematura e desenvolvimento de doenças que normalmente aparecem apenas em idade avançada, indica um estudo [...]<p><a href="http://www.odiabetes.net/obesidade-extrema-e-nova-categoria-de-doenca-que-afeta-criancas-dos-eua/">&#8216;Obesidade extrema&#8217; é nova categoria de doença que afeta crianças dos EUA</a> is a post from: <a href="http://www.odiabetes.net">o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><abbr title="10-03-18T18:54:00">18/03/10 &#8211;             18h54</abbr></p>
<p>São &#8216;extremamente obesas&#8217; crianças com IMC superior a 35. Problema atinge 7,3% dos meninos e 5,5% das meninas.</p>
<p>Cada vez mais crianças americanas entram, desde pequenas, na         &#8220;obesidade extrema&#8221;, uma categoria associada a mais         riscos de morte prematura e desenvolvimento de doenças que         normalmente aparecem apenas em idade avançada, indica um estudo         publicado nesta quinta-feira.</p>
<p>7,3% dos meninos e 5,5% das meninas de 2 a 19 anos         são atualmente considerados &#8220;obesos extremos&#8221;, uma         categoria criada em 2009 pelo Centro de controle de doenças dos         Estados Unidos (CDC), indica o estudo, realizado pelo grupo de         seguros de saúde Kaiser Permanente.</p>
<p>São considerados &#8220;extremamente&#8221; obesas as crianças com         um Índice de Massa Corporal (IMC) superior a 35 kg/m2.  Assim,         um menino de 12 anos que mede 1,52 metros e pesa 82 quilos entra         nesta nova categoria.</p>
<p>Esta forma de obesidade mórbida afeta mais os meninos aos 10 anos         e as meninas aos 12 e 18 anos, segundo o estudo, publicado no         Journal of Pediatrics.</p>
<p>&#8220;Sem uma mudança importante nos hábitos         alimentares, estas crianças correm o risco de que sua esperança         de vida se reduza de 10 a 20 anos e se desenvolvam, a partir dos         20 anos, problemas de saúde habituais a pessoas de 40 a 60         anos&#8221;, afirma Corinna Koebnick, principal autora da         pesquisa.</p>
<p>&#8220;Estas crianças, por exemplo, têm mais riscos         de desenvolver doenças cardiovasculares,<strong> diabetes do tipo 2</strong> e         problemas nas articulações&#8221;, desde os 20 anos, acrescentou         a pesquisadora.</p>
<p>A obesidade extrema afeta especialmente as         minorias: 12% das meninas negras e 12% dos meninos hispânicos         são extremamente obesos.</p>
<p>A pesquisa avalia em 37% a proporção de crianças         acima do peso nos Estados Unidos (com um IMC superior a 25) e em         19% a quantidade de obesos (IMC superior a 30).</p>
<p>Fonte: G1</p>
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