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	<title>o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes &#187; estudos</title>
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	<description>Saiba quais os sintomas do diabetes e quais os tratamentos da doença. Entenda a diferença dos tipos do diabetes: mellitus tipo 1, mellitus tipo 2 e gestacional.</description>
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		<title>Cientistas desenvolvem “tatuagem” para diabéticos medirem glicose</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 14:09:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>o Diabetes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A famosa picadinha no dedo, que os diabéticos precisam fazer todos os dias para medir o nível de glicose no sangue, pode ficar para trás no futuro. Cientistas do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), nos Estados Unidos, estão desenvolvendo um novo tipo de medidor de glicose que não apenas elimina a picada do dedo [...]<p><a href="http://www.odiabetes.net/cientistas-desenvolvem-%e2%80%9ctatuagem%e2%80%9d-para-diabeticos-medirem-glicose/">Cientistas desenvolvem “tatuagem” para diabéticos medirem glicose</a> is a post from: <a href="http://www.odiabetes.net">o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.odiabetes.net/wp-content/uploads/2010/06/tatuagem-glicose-diabetes-m-20100607.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-378" title="tatuagem-glicose-diabetes-m-20100607" src="http://www.odiabetes.net/wp-content/uploads/2010/06/tatuagem-glicose-diabetes-m-20100607-267x300.jpg" alt="" width="267" height="300" /></a>A famosa picadinha no dedo, que os diabéticos precisam fazer todos os dias para medir o nível de glicose no sangue, pode ficar para trás no futuro.</p>
<p>Cientistas do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), nos Estados Unidos, estão desenvolvendo um novo tipo de medidor de glicose que não apenas elimina a picada do dedo como também fornece resultados mais precisos.</p>
<p>O novo método consiste na aplicação, embaixo da pele, de uma “tatuagem” de nanopartículas: uma espécie de tinta que contém partículas capazes de detectar a glicose no sangue.</p>
<p>Para saber o nível da glicose, o paciente precisa usar um aparelho parecido a um relógio de pulso em cima da “tatuagem”.</p>
<p>Esse leitor recebe a informação coletada pelas nanopartículas e emite luzes infravermelhas que indicam a taxa de glicose sanguínea.</p>
<p>Paul Barone, pesquisador do Departamento de Engenharia Química do MIT, afirma que os pesquisadores ainda estão trabalhando para melhorar a precisão do sistema, que promete ser mais exato do que os atuais medidores.</p>
<p>- O diabetes é um problema enorme, de âmbito mundial. Mas, apesar de décadas de avanços de engenharia, a nossa capacidade de medir com precisão a glicose no corpo humano continua a ser bastante primitiva.</p>
<p><strong>Quando chega ao mercado? </strong></p>
<p>Apesar do anúncio dos cientistas, Barone afirma que o novo método está muito longe de ser usado por humanos. Ele ainda sequer foi testado em animais, o que o cientista diz ser fundamental para determinar o valor da descoberta.</p>
<p>- Não dá pra saber o quanto isso será bom até você testar em alguém e verificar a força do sinal [emitido].</p>
<p>Até lá, os portadores de diabetes que precisam medir a glicose no sangue continuarão utilizando os atuais aparelhos.</p>
<p>Fonte: R&amp;</p>
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		<title>Verificando ligação entre diabetes e histórico familiar</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 14:54:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>o Diabetes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A dieta e o estilo de vida contribuem para o diabetes, mas o histórico da família também. Dessa forma, pesquisadores australianos conduziram um experimento incomum: eles recrutaram voluntários saudáveis, de famílias com e sem histórico de diabetes tipo 2 &#8211; e alimentaram-nos em excesso. O experimento envolveu 41 homens e mulheres, sendo que aproximadamente metade [...]<p><a href="http://www.odiabetes.net/verificando-ligacao-entre-diabetes-e-historico-familiar/">Verificando ligação entre diabetes e histórico familiar</a> is a post from: <a href="http://www.odiabetes.net">o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A dieta e o estilo de vida contribuem para o diabetes, mas o histórico da família também.</p>
<p>Dessa forma, pesquisadores australianos conduziram um experimento incomum: eles recrutaram voluntários saudáveis, de famílias com e sem histórico de diabetes tipo 2 &#8211; e alimentaram-nos em excesso.</p>
<p>O experimento envolveu 41 homens e mulheres, sendo que aproximadamente metade deles tinha familiares próximos com diabetes.</p>
<p>Os voluntários tinham de adotar uma dieta rica em gordura, carregada com 1.250 calorias a mais do que o necessário.</p>
<p>Depois de quatro semanas, todos os participantes haviam ganhado peso e mostravam sinais de resistência à insulina, uma condição precursora do diabetes.</p>
<p>Porém, aqueles com um histórico familiar de diabetes ganharam 3,5 quilos, significativamente mais do que aqueles sem a suscetibilidade genética (2,2 quilos).</p>
<p>Os participantes com histórico de diabetes na família também mostraram maior resistência à insulina.</p>
<p>O estudo foi publicado no jornal &#8220;Diabetologia&#8221;.</p>
<p>&#8220;O diabetes tipo 2 é uma doença tanto ambiental quanto genética&#8221;, disse o autor sênior do estudo, Leonie K.</p>
<p>Heilbronn, professor-associado de fisiologia nutricional da Universidade de Adelaide, na Austrália.</p>
<p>&#8220;Assim, quem sabe que tem histórico da doença na família precisa ter mais cuidado para comer corretamente e se exercitar mais&#8221;.</p>
<p>Fonte: Yahoo</p>
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		<title>Alto nível de stress pode engordar e provocar diabetes</title>
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		<pubDate>Tue, 11 May 2010 14:24:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>o Diabetes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Longe das dietas rigorosas e dos exercícios pesados, a chave para o emagrecimento pode ser tão simples relaxar. A conclusão é de cientistas israelenses que encontraram um gene que nos faz sentir vontade de comer doces e comidas gordurosas quando estamos sob stress. De acordo com Alon Chen, que participou do estudo, os pesquisadores queriam [...]<p><a href="http://www.odiabetes.net/alto-nivel-de-stress-pode-engordar-e-provocar-diabetes/">Alto nível de stress pode engordar e provocar diabetes</a> is a post from: <a href="http://www.odiabetes.net">o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="__pp">
<p><a href="http://www.odiabetes.net/wp-content/uploads/2010/05/diabetes_0.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-330" title="diabetes_0" src="http://www.odiabetes.net/wp-content/uploads/2010/05/diabetes_0-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Longe das dietas rigorosas e dos exercícios pesados, a chave para o emagrecimento pode ser tão simples relaxar. A conclusão é de cientistas israelenses que encontraram um gene que nos faz sentir vontade de comer doces e comidas gordurosas quando estamos sob stress.</p>
<p>De acordo com Alon Chen, que participou do estudo, os pesquisadores queriam descobrir por que a pessoas recorriam aos biscoitos calóricos quando se sentiam pressionados em casa ou no trabalho. Durante experimentos com ratos, eles perceberam que um determinado gene bombeia uma proteína chamada Ucn3 em momentos de stress.</p>
<p>Produzida no cérebro, essa proteína afeta todo corpo, incluindo o coração, os músculos, o fígado e o pâncreas. Ela aumenta o apetite e afeta nosso grau de satisfação, além de alterar a maneira como o corpo usa a insulina, hormônio crucial para o processamento de açúcar em energia. Por essa razão, o gene descoberto estaria ligado não só à obesidade como também ao diabetes tipo 2.</p>
<p>Por isso, cuidado com seu nível de stress, alertam os cientistas. &#8220;O stress é bom quando você precisa lidar com um evento específico. Mas o sistema que responde ao stress precisa ser muito bem controlado&#8221;, afirma Chen, do Weizmann Institute em Israel. &#8220;Se altos níveis de stress são constantes, o risco é engordar e adoecer, adiciona&#8221;.</p>
</div>
<div id="__pp">O estudo foi publicado na revista especializada <em>Proceedings of the National Academy of Sciences</em></div>
<div><em>Fonte: Veja<br />
</em></div>
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		<title>&#8216;Superleite&#8217; que previne doenças cardíacas e diabetes</title>
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		<pubDate>Tue, 11 May 2010 14:15:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>o Diabetes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cientistas argentinos do Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária (INTA), ligado ao Ministério da Agricultura, afirmam terem criado uma mistura de leite de vaca e de cabra especial que poderia contribuir na prevenção de doenças cardíacas, diabetes e tumores. Em entrevista à BBC Brasil, o autor da pesquisa, o engenheiro agrônomo Gerardo Gagliostro, disse que a [...]<p><a href="http://www.odiabetes.net/superleite-que-previne-doencas-cardiacas-e-diabetes/">&#8216;Superleite&#8217; que previne doenças cardíacas e diabetes</a> is a post from: <a href="http://www.odiabetes.net">o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<div>Cientistas argentinos do Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária (INTA), ligado ao Ministério da Agricultura, afirmam terem criado uma mistura de leite de vaca e de cabra especial que poderia contribuir na prevenção de doenças cardíacas, diabetes e tumores.</div>
<p><a name="more"></a></p>
<div>Em entrevista à BBC Brasil, o autor da pesquisa, o engenheiro agrônomo Gerardo Gagliostro, disse que a novidade foi batizada de &#8220;superleite&#8221;.</div>
<div>&#8220;Não é um medicamento, mas um alimento capaz de prevenir certas doenças, desde que a pessoa combine esse leite com alimentação e vida saudável&#8221;, afirmou.</div>
<div>Alimentação &#8211; Segundo Gagliostro, as vacas e cabras que produzem o leite tiveram uma alimentação suplementar de soja, leite de soja e azeite de peixe. Por conta da alimentação mais saudável, os animais passaram a produzir leite menos gorduroso.</div>
<div>&#8220;Essa combinação alimentar que damos às vacas e cabras faz com que elas produzam leite com maior quantidade de ácidos benéficos, reduzindo a produção dos ácidos que entopem as artérias dos seres humanos. Ou seja, esse leite funcional reduz a gordura saturada do ponto de vista cardiovascular e evita outras doenças&#8221;, disse.</div>
<div>O pesquisador sugere ainda que o leite produzido por estes animais bem alimentados contém níveis mais altos de ácido linoleico conjugado (CLA) e ácido vacênico (AV), substâncias que ajudam na prevenção contra a formação de tumores, principalmente de mama e ovário, obstrução das artérias e diabetes.</div>
<div>O &#8220;superleite&#8221; teria ainda baixos níveis de ácidos saturados e o índice recorde de 9% de ácido de linoleico conjugado.</div>
<div>De acordo com Gagliostro, o leite normal possui entre 3% e 3,4% de gordura saturada, contra-indicada para pessoas com problema cardíacos e colesterol alto.</div>
<div>Segundo ele, esse tipo de pesquisa para produção de um leite mais saudável teria começado nos Estados Unidos com ratos de laboratório. Além dos EUA, a pesquisa é desenvolvida também na França.</div>
<div>A Argentina já começou a comercializar queijos com este &#8220;super leite&#8221; em pequenas lojas da província de Buenos Aires.</div>
<div></div>
<div>Fonte: G1</div>
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		<title>Roche e Ipsen anunciam sucesso de fármaco para a diabetes em ensaio de Fase III</title>
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		<pubDate>Tue, 11 May 2010 14:15:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Roche e a Ipsen anunciaram quinta-feira que o seu fármaco experimental taspoglutide atingiu o objectivo primário num ensaio de Fase III, demonstrando que ao medicamento controla melhor os níveis de HbA1c em doentes com diabetes, após 24 semanas em comparação com placebo, avança o site FirstWord. O estudo T-emerge 3 envolveu 326 doentes, comparando [...]<p><a href="http://www.odiabetes.net/roche-e-ipsen-anunciam-sucesso-de-farmaco-para-a-diabetes-em-ensaio-de-fase-iii/">Roche e Ipsen anunciam sucesso de fármaco para a diabetes em ensaio de Fase III</a> is a post from: <a href="http://www.odiabetes.net">o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A Roche e a Ipsen anunciaram quinta-feira que o seu fármaco experimental taspoglutide atingiu o objectivo primário num ensaio de Fase III, demonstrando que ao medicamento controla melhor os níveis de HbA1c em doentes com diabetes, após 24 semanas em comparação com placebo, avança o site FirstWord.</p>
<p>O estudo T-emerge 3 envolveu 326 doentes, comparando duas doses de taspoglutide com placebo para como tratamento add-on com metformina e pioglitazona. O ensaio é o sexto de oito do programa clínico T-emerge das companhias que atinge o seu objectivo principal. Em Fevereiro, a empresa informou que cinco ensaios clínicos de Fase III do fármaco atingiram os principais parâmetros.</p>
<p>O grupo suíço espera que o taspoglutide, se aprovado, possa gerar vendas de pico de pelo menos 2 mil milhões de francos suíços (1,8 mil milhões de dólares). A Roche licenciou os direitos globais para o fármaco da Ipsen, mas partilha esses direitos com a Teijin no Japão e com a Ipsen em França.</p>
<p><a href="http://www.odiabetes.net/roche-e-ipsen-anunciam-sucesso-de-farmaco-para-a-diabetes-em-ensaio-de-fase-iii/">Roche e Ipsen anunciam sucesso de fármaco para a diabetes em ensaio de Fase III</a> is a post from: <a href="http://www.odiabetes.net">o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes</a></p>
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		<title>Novo estudo sobre diabetes derruba o fardo econômico do diabetes sem controle</title>
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		<pubDate>Tue, 11 May 2010 14:11:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>o Diabetes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Melhoria da glicose no sangue, controle da pressão arterial e do colesterol poderiam economizar bilhões em orçamentos da assistência à saúde A Milliman Inc., principal empresa global de consultoria e atuarial, divulga hoje uma análise detalhando o fardo econômico do diabetes tipo 2 sobre importantes pagadores de assistência à saúde e quantificando as economias que [...]<p><a href="http://www.odiabetes.net/novo-estudo-sobre-diabetes-derruba-o-fardo-economico-do-diabetes-sem-controle/">Novo estudo sobre diabetes derruba o fardo econômico do diabetes sem controle</a> is a post from: <a href="http://www.odiabetes.net">o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Melhoria da glicose no sangue, controle da pressão arterial e do colesterol poderiam economizar bilhões em orçamentos da assistência à saúde</p>
<p>A Milliman Inc., principal empresa global de consultoria e atuarial, divulga hoje uma análise detalhando o fardo econômico do diabetes tipo 2 sobre importantes pagadores de assistência à saúde e quantificando as economias que poderiam resultar de melhores práticas de controle de pacientes. Este estudo, intitulado &#8220;Improved Management Can Help Reduce the Burden of Type 2 Diabetes: A 20-Year Actuarial Projection&#8221; (Controle melhor pode reduzir o fardo do diabetes tipo 2: uma projeção atuarial de 20 anos), foi divulgado hoje na National Conference on Diabetes em Washington, D.C.</p>
<p>&#8220;O crescimento esperado do diabetes tipo 2 na América e os custos da assistência à saúde resultante é alarmante&#8221;, diz Kathryn Fitch, coautora do estudo além de diretora e consultora de gestão de assistência à saúde da Milliman. &#8220;Calculamos que melhorias ainda que modestas nas medidas de controle do diabetes poderiam reduzir as complicações na saúde, óbitos e custos, principalmente para os idosos&#8221;.</p>
<p>Fonte: Milliman Inc.</p>
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		<title>França: estudo sobre câncer oferece novas pistas para diabetes</title>
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		<pubDate>Tue, 11 May 2010 14:10:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>o Diabetes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Paris, 28 abr (Prensa Latina) Resultados recentes de um estudo sobre tumores endócrinos do pâncreas revelaram benefícios para o desenvolvimento de tratamentos contra a diabetes, informou em um comunicado o Centro Nacional de Investigações Científicas (CNRS), da França. A experiência foi realizada com murinos (ratos) sobre o gene Nem1, cuja alteração é considerada como causa [...]<p><a href="http://www.odiabetes.net/franca-estudo-sobre-cancer-oferece-novas-pistas-para-diabetes/">França: estudo sobre câncer oferece novas pistas para diabetes</a> is a post from: <a href="http://www.odiabetes.net">o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Paris, 28 abr (Prensa Latina) Resultados recentes de um estudo sobre tumores endócrinos do pâncreas revelaram benefícios para o desenvolvimento de tratamentos contra a diabetes, informou em um comunicado o Centro Nacional de Investigações Científicas (CNRS), da França.</p>
<p>A experiência foi realizada com murinos (ratos) sobre o gene Nem1, cuja alteração é considerada como causa da neoplasia endócrina múltiplo tipo 1.</p>
<p>Durante as explorações efetuadas pelo diretor de estudos do Instituto Nacional da Saúde e da Investigação Médica (INSERM), Chang Xian Zhang e seus colaboradores do CNRS da Universidade de Lyon se inativou o gene nas células alfas pancreáticas que secretam o glucagão.</p>
<p>Como consequência do fenômeno da trans-diferenciação, os ratos desenvolveram não só tumores de células alfa, senão também das células beta, produtoras de insulina e a sua vez mistos derivados de dois hormônios, detalha o CNRS.</p>
<p>Segundo os cientistas esta evidência oferece novas pistas para a investigação contra o câncer.</p>
<p>Ademais, o estudo observado dos mecanismos responsáveis da trans-diferenciação (conversão celular espontânea de alfa em beta) permitirá uma melhor entendimento da biologia das células endócrinas pancreáticas e a concepção de novas estratégias no tratamento da diabetes.</p>
<p>Estes lucros serão publicados no journal Gastroenterology de maio próximo.</p>
<p>Fonte: Prensa Latina</p>
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		<title>Pesquisador afirma que substância em estudo pode reverter danos causados pela retinopatia diabética</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 13:14:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>o Diabetes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A retinopatia diabética (RD) é uma das grandes preocupações de oftalmologistas em relação aos males causados pelo diabetes melito, doença metabólica caracterizada pela hiperglicemia, que compromete órgãos como o coração, os rins, os vasos sanguíneos e os olhos. A RD é a principal causa de cegueira em pessoas com idade entre 20 e 74 anos [...]<p><a href="http://www.odiabetes.net/o-diabetes-e-retinopatia-diabetica/">Pesquisador afirma que substância em estudo pode reverter danos causados pela retinopatia diabética</a> is a post from: <a href="http://www.odiabetes.net">o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-188" title="diabetic-retinopathy-1" src="http://www.odiabetes.net/wp-content/uploads/2010/04/diabetic-retinopathy-1-300x201.jpg" alt="diabetic-retinopathy-1" width="300" height="201" />A retinopatia diabética (RD) é uma das grandes preocupações de oftalmologistas em relação aos males causados pelo <strong>diabetes </strong>melito, doença metabólica caracterizada pela hiperglicemia, que compromete órgãos como o coração, os rins, os vasos sanguíneos e os olhos. A RD é a principal causa de cegueira em pessoas com idade entre 20 e 74 anos nos Estados Unidos. Embora não existam estudos que apontem a prevalência do problema no Brasil, especialistas estimam que o mal atinja pelo menos 2 milhões de brasileiros. A Organização Mundial da Saúde (OMS) calcula que a mazela ganhará maiores proporções nas próximas duas décadas. O número de diabéticos tende a aumentar de 250 milhões em todo o planeta para 380 milhões em 2025.</p>
<p>A retinopatia diabética ocorre quando o excesso de açúcar no sangue danifica os minúsculos vasos sanguíneos dentro da retina — tecido sensível à luz situado na parte posterior do globo ocular. Essa alteração impede a nitidez da visão. As chances de os diabéticos desenvolverem a retinopatia aumentam com o passar do tempo, principalmente quando exames oftalmológicos periódicos são negligenciados. Dados do Ministério da Saúde revelam que a RD compromete a visão de 99% dos pacientes que sofrem com o diabetes melito tipo1 há mais de duas décadas . Quando o diabetes é do tipo 2, após o mesmo período, 60% dos pacientes têm a vista comprometida.</p>
<p>Atualmente, é possível tratar a RD com a fotocoagulação a laser ou com cirurgia, em casos mais avançados. As duas terapias impedem o avanço da doença nos olhos, mas não recuperam a visão perdida. Um estudo em andamento na Escola de Medicina da Johns Hopkins University, em Baltimore, nos Estados Unidos, tem mostrado que uma nova opção de tratamento poderá, em breve, trazer mais benefícios aos que perderam parte da visão em decorrência do edema macular — inclusive a recuperação da capacidade de nexergar.</p>
<p>Resultados preliminares do trabalho serão apresentados no 35º Congresso da Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo — que ocorre até amanhã, em São Paulo —, pelo retinólogo americano Quan Dong Nguyen. Considerado um dos maiores pesquisadores no campo das patologias que afetam a retina, o especialista adiantou ao Correio informações importantes que compartilhará com colegas brasileiros. O oftalmologista Arnaldo Bordon, médico do Departamento de Oftalmologia da Escola Paulista de Medicina/Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e chefe do setor de retina e vítreo do Hospital Oftalmológico de Sorocaba (SP) avalia a pesquisa. Segundo o especialista brasileiro, o estudo promete revolucionar o tratamento do edema macular, dano provocado pela retinopatia diabética.<br />
<strong><br />
Entrevista Quan Dong Nguye</strong>n</p>
<p><strong>Nas últimas décadas, quais foram as principais descobertas relacionadas ao tratamento da retinopatia diabética?</strong><br />
Na década de 1980, estudos demonstraram que o tratamento precoce da retinopatia diabética com a fotocoagulação a laser minimizava o risco de perda visual total. No entanto, na maioria das vezes, o tratamento a laser não conduzia a uma melhora na acuidade visual. De 1990 a 2000, o uso de esteroides intraoculares promoveu uma recuperação temporária da visão perdida. Mas, além de não oferecer uma melhora duradoura, o medicamento ainda provocava efeitos colaterais, como a catarata e a hipertensão ocular. Convivíamos com a frustração do paciente e passamos a procurar melhores opções.</p>
<p><strong>Os estudos clínicos conduzidos pelo senhor e por sua equipe têm mostrado que um novo tratamento do edema macular decorrente da retinopatia diabética poderá proporcionar resultados animadores aos pacientes.<br />
Qual a grande novidade?</strong><br />
O trabalho da equipe do Vitreoretinal Clinical Trial Unit, no Wilmer Eye Institute da Johns Hopkins University, batizado de READ-2, mostrou que o crescimento vascular endotelial é um estímulo determinante para o edema macular diabético, condição que acomete grande parte dos pacientes com RD. Ao constatar esse fato, acredito que lançamos bases para trazer, em pouco tempo, uma nova abordagem para o tratamento. Estamos certos de que um agente farmacológico conhecido como ranibizumab promove uma bioatividade extremamente benéfica no edema macular, resultando em considerável melhora ou recuperação da visão perdida. Posterior ao nosso trabalho, um estudo conduzido na Europa também demonstrou resultados consistentes com as injeções intravítreas do ranibizumab.<br />
<strong><br />
Como foi possível chegar a essa conclusão?</strong><br />
O estudo ainda está em curso e terá duração de três anos. Nosso objetivo era comparar o tratamento convencional, que é a fotocoagulação, com o uso do ranibizumab. Trabalhamos com três grupos de pacientes. No primeiro, usamos a nova medicação. No segundo, aplicamos apenas o laser e, no terceiro, fizemos uma associação das duas abordagens. Os resultados preliminares foram apurados nos primeiros seis meses do trabalho, no segundo semestre de 2009. Constatamos que o grupo de pacientes que recebeu apenas a medicação ranibizumab, aplicada na cavidade ocular, teve resultados extremamente melhores em relação à recuperação da visão do que os outros dois grupos testados.<br />
<strong><br />
Essa substância representa, então, uma verdadeira esperança àqueles que perderam a visão por conta do edema macular diabético?</strong><br />
É o que estamos avaliando. Os resultados preliminares são animadores e provam que sim. A fotocoagulação a laser preserva a visão de pacientes vítimas da retinopatia diabética, à medida que impede a progressão da cegueira, mas é limitada em relação ao ganho visual. Tanto o READ-2 quanto o estudo europeu que mencionei já mostraram que injeções intravítreas de ranibizumab podem levar a uma melhora na acuidade visual e na espessura da retina, revertendo, assim, a perda da visão. Tudo indica que os agentes farmacológicos antagonistas ao fator de crescimento endotelial vascular têm propriedades para restaurar a visão perdida.</p>
<p><strong>No Brasil, a retinopatia diabética é responsável por cerca de 8% de incapacidade para o trabalho e aposentadoria precoce. Como está essa realidade nos países desenvolvidos?</strong><br />
A perda visual por retinopatia diabética tem um tremendo impacto sobre a sociedade, porque é a causa mais frequente de baixa visão na população ativa dos países desenvolvidos. Em 2025, mais de 300 milhões de pessoas em todo o planeta serão portadoras do diabetes. O edema macular diabético é a causa mais comum de perda de visão moderada. Sua prevalência na população diabética é estimada entre 10% e 25%, sendo mais acentuada em pacientes com retinopatia mais grave. É algo muito considerável, que afeta milhares de pessoas tanto nos países desenvolvidos quanto naqueles em desenvolvimento, como o Brasil.<br />
<strong><br />
Quais as principais dificuldades relacionadas ao tratamento da retinopatia diabética nos EUA?</strong><br />
Pacientes com RD nos Estados Unidos são contemplados com muitas opções terapêuticas disponíveis. Eles podem receber fotocoagulação a laser, diversos tipos de esteroides perioculares ou intraoculares e ainda as variações dos antagonistas do fator de crescimento vascular endotelial, como o ranibizumab e bevacizumab. A combinação dessas terapias amplia ainda mais o leque de alternativas. Além disso, temos novos ensaios clínicos que investigam agentes terapêuticos potenciais, principalmente quando o edema macular diabético não responde as opções convencionais disponíveis pelos cuidados clínicos padrões. No entanto, a variedade de opções de tratamento, por vezes, traz desafios para pacientes e médicos, obrigando-os a perder algum tempo para analisar cuidadosamente as vantagens e desvantagens de cada tratamento.</p>
<p><strong>» Expectativa “muito favorável”</strong><br />
U.F.S.P/Divulgação</p>
<p>O oftalmologista Arnaldo Bordon, médico do Departamento de Oftalmologia da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e chefe do Setor de Retina e Vítreo do Hospital Oftalmológico de Sorocaba (SP), avalia que o estudo em andamento nos Estados Unidos promete revolucionar o tratamento do edema macular, dano provocado pela retinopatia diabética. “A expectativa é muito favorável. Pela primeira vez, temos resultados que indicam alento àqueles que já perderam parte da visão em decorrência do inchaço na mácula provocado pelo diabetes”, enfatiza. O ranibizumab atua na porção vascular atingida pela patologia crônica, proporcionando uma recuperação das células e da visão.</p>
<p>Bordon observa que estudos brasileiros revelam que 8% da população no país desenvolve a retinopatia diabética. “O excesso de açúcar em circulação no organismo também atinge os olhos, em particular a retina. Isso desencadeia uma alteração nos vasos, fazendo com que a RD se instale. Um em cada quatro diabéticos sofre com o edema macular, desdobramento da retinopatia”, detalha. O problema é que não há <strong>sintomas </strong>no começo da doença. Quando o paciente nota o comprometimento da visão, a RD já está em fase mais avançada, fator que dificulta a terapia. “Geralmente, dividimos a RD em dois grupos: o edema macular — que é o comprometimento da área central ou foco da visão e o estudo americano trata exatamente desse tipo de problema — e a retinopatia diabética em si — quando o resto da retina é comprometido”, acrescenta.</p>
<p>A fase do diabetes no olho determina o tipo de tratamento. A fotocoagulação é usada para a maioria dos casos, exceto naqueles em que o paciente chega ao especialista com a patologia em estado muito avançado. Para esse extremo, é indicada a cirurgia, cujo resultado nem sempre é satisfatório. As duas técnicas realmente impedem a progressão da perda visual, mas não recuperam o que foi perdido. A fotocoagulação é usada desde a década de 1980 e está disponível para os pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil.</p>
<p>Bordon considera que é preciso melhorar a informação ao paciente no Brasil. “Eles precisam entender que o diabetes é uma doença crônica que afeta várias partes do corpo. O problema demanda pelo menos uma visita anual ao oftalmologista para a realização do exame de fundo de olho. Acredito que esse estudo trará boas novas aos diabéticos. Em dois ou três anos, no máximo, passaremos a usar essa nova injeção”, espera.</p>
<p>Entrevista com o oftalmologista Arnaldo Bordon, médico do Departamento de Oftalmologia da Escola Paulista de Medicina</p>
<p>Fonte: Correio Brasiliense</p>
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		<title>Cientistas criam pâncreas artificial</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 19:13:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>o Diabetes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[15 de abril de 2010 &#124; Um estudo divulgado pela revista científica norte-americana Science aponta uma nova esperança para diabéticos. Testes com um aparelho que funciona como um pâncreas artificial mostraram resultados promissores para o controle da diabetes tipo 1, que se manifesta em aproximadamente 10% dos casos. Apresentado nos Estados Unidos, o protótipo imita [...]<p><a href="http://www.odiabetes.net/cientistas-criam-pancreas-artificial/">Cientistas criam pâncreas artificial</a> is a post from: <a href="http://www.odiabetes.net">o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><span>15 de abril de 2010 |</span></p>
<p>Um estudo divulgado pela revista científica norte-americana Science aponta uma nova esperança para <strong>diabéticos</strong>. Testes com um aparelho que funciona como um pâncreas artificial mostraram resultados promissores para o controle da <strong>diabetes tipo 1</strong>, que se manifesta em aproximadamente 10% dos casos.</p>
<p>Apresentado nos Estados Unidos, o protótipo imita as funções do órgão. Com auxílio de um programa de computador, é capaz de medir o nível de açúcar no sangue em tempo real. Quando estiver pronto para ser vendido, em quatro anos, a expectativa é de que tenha o tamanho de um telefone celular e possa ser carregado na cintura.</p>
<p>A novidade representa um marco porque, até agora, os aparelhos portáteis só aplicavam a insulina, sem a capacidade de medir e controlar o nível de açúcar no sangue em tempo real.</p>
<p>O médico Aaron Kowalski, que sofre de diabetes, ajudou a desenvolver a pesquisa. Em entrevista ao Jornal Nacional, ele disse que será possível evitar problemas graves provocados pela doença, como amputações, cegueira e infartos – além de facilitar a vida dos pacientes. Como o computador faz todo o controle, mesmo quando a pessoa estiver dormindo será monitorada.</p>
<p>Mas a maior torcida é para que, com o avanço dos estudos, seja possível aperfeiçoar o aparelho, tornando-o capaz de ajudar também quem sofre com a <strong>diabetes tipo 2</strong>. Nesse caso, o benefício seria estendido para a maioria dos pacientes: quase 300 milhões de pessoas em todo o mundo.</p>
<p>Nos Estados Unidos, a previsão é de que o aparelho custe o mesmo que as atuais bombas de insulina, vendidas a cerca de US$ 4 mil. A tendência é de que o Brasil siga a mesma linha.</p>
<p>Fonte: Zero Hora</p>
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		<title>Nanovacina cura diabetes em ratos</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 19:12:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>o Diabetes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[12/04/2010 &#124; 11:19 São Paulo &#8211; Vacina usa nanotecnologia para curar ratos com a diabetes tipo 1 e diminuir a aceleração da doença naqueles que apresentavam risco. O estudo foi conduzido na universidade de Calgary em Alberta, Canadá, e publicado na Immunity. A diabetes tipo 1 é causada quando certas células brancas do sistema imunológico [...]<p><a href="http://www.odiabetes.net/nanovacina-cura-diabetes-em-ratos/">Nanovacina cura diabetes em ratos</a> is a post from: <a href="http://www.odiabetes.net">o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="materia_data">12/04/2010 | 11:19</div>
<div>
<p>São Paulo &#8211; Vacina usa nanotecnologia para curar ratos com a <strong>diabetes tipo 1</strong> e diminuir a aceleração da doença naqueles que apresentavam risco.</p>
<p>O estudo foi conduzido na universidade de Calgary em Alberta, Canadá, e publicado na Immunity.</p>
<p>A <strong>diabetes tipo 1</strong> é causada quando certas células brancas do sistema imunológico (chamadas células T) atacam por engano e destroem as células produtoras de insulina do pâncreas. Sem este hormônio, a taxa de açúcar no sangue fica muito alta, pois é ele quem permite a etrada da glicose nas células do corpo. Por isso, quem sofre da doença fica, na maioria das vezes, condicionado à injeções de insulina diárias e à restrição da alimentação.</p>
<p>Os pesquisadores canadenses procuravam parar justamente o que é chamada de resposta autoimune (quando o corpo ataca a si mesmo) sem danificar as células brancas, que também fornecem proteção contra infecções.</p>
<p>As nanopartículas da vacina estão cobertas com fragmentos de proteínas (peptídeos) específico para a diabetes tipo 1. O produto funciona aumentando o número de células específicas que desligam o ataque autoimune por impedir que as células T sejam estimuladas.</p>
<p>A boa notícia é que as nanopartículas que continham moléculas relacionadas à diabetes em humanos puderam restaurar níveis normais de açúcar em um modelo de testes.  A tecnologia precisa de aprimoramento, mas já foi licenciada pela empresa de biotecnologia Parvus Therapeutics, Inc.</p>
<p>Fonte: Portal Exame</p>
</div>
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