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	<title>o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes &#187; diabetes tipo 2</title>
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	<description>Saiba quais os sintomas do diabetes e quais os tratamentos da doença. Entenda a diferença dos tipos do diabetes: mellitus tipo 1, mellitus tipo 2 e gestacional.</description>
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		<title>Dormir menos de 6 horas aumenta o risco de Diabetes tipo 2</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 16:54:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>o Diabetes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pessoas que dormem menos de seis horas por noite parecem ter um risco maior de desenvolver glicemia de jejum alterada, uma condição que precede o diabetes tipo 2, segundo um estudo da Universidade de Buffalo, em Nova York (EUA) . Os resultados da pesquisa foram divulgados durante a reunião anual sobre Epidemiologia e Prevenção da [...]<p><a href="http://www.odiabetes.net/dormir-menos-de-6-horas-aumenta-o-risco-de-diabetes-tipo-2/">Dormir menos de 6 horas aumenta o risco de Diabetes tipo 2</a> is a post from: <a href="http://www.odiabetes.net">o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes</a></p>
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<p><a href="http://www.odiabetes.net/wp-content/uploads/2011/07/dormir-diabetes.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-622" title="dormir diabetes" src="http://www.odiabetes.net/wp-content/uploads/2011/07/dormir-diabetes.jpg" alt="" width="205" height="164" /></a>Pessoas que dormem menos  de seis horas por noite parecem ter um risco maior de desenvolver  glicemia de jejum alterada, uma condição que precede o diabetes tipo 2,  segundo um estudo da Universidade de Buffalo, em Nova York (EUA) .</p>
<p>Os resultados da pesquisa foram divulgados durante a reunião anual  sobre Epidemiologia e Prevenção da Doença Cardiovascular Heart  Association americana realizada na Flórida.</p>
<p>Diabetes tipo 2, a forma mais comum de diabetes ocorre principalmente  na meia-idade e está crescendo rapidamente, mas sua ocorrência em  adolescentes e adultos jovens. Ela se desenvolve quando o organismo  produz insulina em excesso que não é utilizada de forma eficaz, o que é  chamado resistência à insulina.</p>
<p>Os participantes do estudo que dormiam menos de seis horas, em média,  durante a noite durante a semana, após seis anos de seguimento foram  4,5 vezes mais propensos a passar os níveis de açúcar no sangue de  normal para deficiente glicemia de jejum do que aqueles que dormiam 6 a 8  horas.</p>
<p>Lisa explica Rafalson, diretor do trabalho, “este estudo apóia a  crescente evidência de que o sono inadequado associasse com efeitos  adversos à saúde. O sono deve ser avaliado em situações clínicas como  parte de revisões feitas ao longo da vida “.</p>
<p>O estudo incluiu 1.455 pessoas que identificaram entre os 91 casos de  níveis de glicose no sangue em jejum inferiores a 100 miligramas por  decilitro (mg / dL), durante os testes iniciais em 1996, que havia  aumentado para entre 100 e 125 mg / dL na análise em 2003.</p>
<p>Cada um destes 91 indivíduos foram associados a três grupos controle  de 273 cujos níveis de glicose foram abaixo de 100 mg / dL nos registros  iniciais e de acompanhamento. Em seguida, os pesquisadores também  adaptaram a grupos de acordo com gênero, raça e ano de inclusão no  estudo. Finalmente, a dividida de acordo com a duração do sono em três  grupos de acordo com os que dormem menos de seis horas, mais de oito  horas ou 6-8 horas.</p>
<p>Depois de levar em conta aspectos como idade, índice de massa  corporal níveis, insulina e glicose, freqüência cardíaca, hipertensão,  histórico de diabetes e sintomas de depressão, os pesquisadores  encontraram um risco aumentado de desenvolver distúrbios de glicemia de  jejum entre aqueles que dormiam menos em comparação com aqueles que  dormiam de 6 a 8 horas.</p>
</div>
<p>Fonte: www.NAHORAONLINE.com</p>
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		<title>Cirurgia bariátrica é alternativa para tratar diabetes tipo 2, dizem médicos</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 19:54:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>o Diabetes</dc:creator>
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<p>A cirurgia de redução de estômago tem sido um dos procedimentos usados  pelos médicos para conter, além da obesidade, a diabetes tipo 2. Segundo  o endocrinologista Alfredo Halpern, já há casos de diabéticos com  índice de massa corporal (IMC) baixo – na casa dos 20 – que operaram e  melhoraram os níveis de glicose no sangue. A resistência à insulina e a  secreção desse hormônio pelo organismo também diminuem.</p>
<p>“Sou a favor da cirurgia bariátrica para o controle da diabetes tipo 2,  porque geralmente o paciente também tem obesidade ou muita gordura  abdominal. A maioria das pessoas, depois disso, consegue normalizar os  níveis de glicose, e, caso a doença volte, vem menos agressiva”,  explicou o médico.</p>
<p>Essa opinião é compartilhada pela pesquisadora brasileira radicada na  Itália Elza Muscelli, do Departamento de Clínica Médica da Universidade  de Pisa, que defende que a restrição calórica e o consequente  emagrecimento provocados pela cirurgia bariátrica ou pelo uso de um  balão intragástrico podem “curar” a diabetes. Mesmo que isso seja  temporário.</p>
<p>“Ainda que o resultado não seja permanente, e a pessoa volte a ser  diabética em cinco anos, são cinco anos que ela ficará livre da doença. E  esse não é só um problema clínico, mas também cirúrgico”, disse Elza na  última sexta-feira (27) durante simpósio do 14º Congresso Brasileiro de  Obesidade e Síndrome Metabólica, em São Paulo.</p>
<p>A médica destacou que os efeitos dependem do tipo de cirurgia, e citou  estudos italianos que revelam que, após uma derivação biliopancreática  (também chamada de método de Scopinaro, que reduz o volume do estômago e  liga o pedaço restante ao final do intestino delgado), por exemplo, a  sensibilidade à insulina melhora logo nos primeiros dias. E o controle  chega a ser o dobro do atingido pelo balão intragástrico. “Mas a  normalização nunca é de 100%”, afirmou.</p>
<p>Além de conter a diabetes, a cirurgia bariátrica tem benefícios sobre a  mortalidade geral, o risco de doenças cardíacas e câncer. Por outro  lado, trabalhos apontam que a operação pode elevar os índices de  acidentes e suicídios em mais de 50%.</p>
<p><strong>Outras formas de controle</strong><br />
Vários estudos populacionais feitos na Finlândia, nos EUA, na China, no  Japão e na Índia mostram que a mudança no estilo de vida,  principalmente em relação à alimentação e à prática de atividades  físicas, pode reduzir o risco de diabetes em quase 60%.</p>
<p>E a incidência da doença diminuiu em todos os grupos étnicos  analisados: caucasianos, hispânicos, afro-americanos e orientais. Além  disso, houve melhora nos níveis de glicose, triglicérides, colesterol,  pressão arterial e circunferência da cintura.</p>
<p>“Junto com a obesidade, a diabetes deve reduzir a longevidade da  população nos próximos anos. Temos que deixar a estratégia de tratar os  doentes para focar na prevenção. Mas, infelizmente, passado o período de  intervenção dessas pesquisas, os resultados tendem a desaparecer lenta e  progressivamente”, destacou o endocrinologista Ney Cavalcanti, durante o  congresso.</p>
<p>Na opinião de outro convidado, o endocrinologista Antonio Carlos  Lerário, do Hospital das Clínicas, o ideal é mesmo intervir  precocemente, antes de a diabetes aparecer. “Essa é uma doença  progressiva que começa a manifestar alterações (como no pâncreas) muito  antes de ser detectada. E a melhor forma de evitá-la é controlar o  peso”, disse. O médico explicou também que a maioria dos remédios contra  a doença perde o efeito, em média, após três anos. Por essa razão, as  entidades científicas ainda não têm um posicionamento oficial sobre a  questão.</p>
<p>Segundo a Federação Internacional de Diabetes, 285 milhões de pessoas  no mundo têm a doença (uma prevalência de 6,4% entre adultos de 20 a 79  anos), e deve atingir 438 milhões dentro de duas décadas. A cada ano, 7  milhões desenvolvem o problema, que na maioria das vezes pode ser  evitado. E 70% desse aumento tem ocorrido em países em desenvolvimento,  entre indivíduos com menos de 65 anos.</p>
<p>Fonte: G1</p>
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		<title>Cirurgia é indicada para tratar diabetes tipo 2</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Apr 2011 14:45:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>o Diabetes</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.odiabetes.net/wp-content/uploads/2011/04/blog-cirurgia-bariatrica-de-portadores-de-diabetes.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-592" title="blog-cirurgia-bariatrica-de-portadores-de-diabetes" src="http://www.odiabetes.net/wp-content/uploads/2011/04/blog-cirurgia-bariatrica-de-portadores-de-diabetes.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Uma nova esperança para os obesos que sonham em ter uma melhor qualidade  de vida começa a ser vislumbrada com a possibilidade de realização da  cirurgia bariátrica ou metabólica, conhecida como cirurgia de redução de  estômago. Até pouco tempo indicada para pacientes com Índice de Massa  Corporal &#8211; IMC superior a 35, a partir da realização do II Congresso  Internacional de Intervenção para Terapia do Diabetes Tipo 2, realizado  no final do mês de março, em Nova York. Os médicos presentes ao evento  encaminharam à Federação Internacional de Diabetes solicitação para que  pacientes com diabetes tipo 2 e IMC entre 30 e 35 possam se candidatar à  cirurgia, desde que não respondam ao tratamento com medicação.</p>
<p>Presente  ao encontro, o cirurgião digestivo Carlos Alexandre Guerra, considera a  decisão um avanço, tendo em vista a pressão de muitos pacientes com IMC  acima de 30 reivindicarem este procedimento, inclusive pelos bons  resultados alcançados com a cirurgia. O documento, assinado por  especialistas reconhecidos em todo o mundo, salienta que pacientes  obesos com diabetes tipo 2 conseguem ter melhoras substanciais nos  níveis da glicose — e em outras doenças relacionadas — quando fazem a  cirurgia. Daí a necessidade de antecipar o procedimento para pacientes  com IMC entre 30 e 35 e incluir a operação no protocolo primário do  tratamento de pacientes com IMC acima de 35: isso significa que a  intervenção passaria a ser uma das primeiras opções dos médicos.</p>
<p>Epidemia</p>
<p>A  incidência de obesidade e diabetes vem aumentando exponencialmente em  todo o mundo. No Brasil, pesquisas apontam que 50% da população está  acima do peso normal, dos quais de 10 a 15% são considerados obesos. Com  relação a diabetes, os indicadores apontam um índice de 14% da  população com metabolismo alterado da glicose ,ou seja, pré-diabéticos e  diabéticos. Uma face sinistra desta epidemia é que 46% dos diabéticos,  ou seja, cerca da metade desta população desconhece a sua condição de  saúde. Só para ter uma ideia, nos últimos dez anos houve um incremento  de 53,9% de internações tendo como causas a diabetes e/ou doenças  relacionadas.</p>
<p>Segundo o médico Carlos Alexandre, no Rio Grande do  Norte a questão é agravada em decorrência de fatores como o  sedentarismo &#8211; Natal configura como a capital nacional do sedentarismo e  hábitos alimentares que prioriza doces, massas, queijos e carnes, ao  invés de frutas e verduras. “É preciso se movimentar mais, fazer  exercícios, caminhadas, e um programa de reeducação alimentar”, enfatiza  o cirurgião, defendendo medidas preventivas de forma a diminuir os  casos de obesidade. “No Congresso, tivemos conhecimento de vários países  com epidemias de obesidade, inclusive entre adolescentes”, informou.</p>
<p>O  número de internações decorrentes de complicações vasculares de  diabetes e obesidade (derrames cerebrais, infartos, tromboses e  obstruções arteriais) aumentou exponencialmente”. Quanto ao número de  cirurgias, nos EUA em 2007 foram realizados 200.000 procedimentos. “No  Brasil, mesmo sendo o segundo pais em número deste tipo de cirurgia, não  realizamos nem um quarto dessa soma”, relata. Recentemente, lembrou,  foram publicadas novas diretrizes alimentares americanas para prevenção  de obesidade, com recomendações para todas as idades a partir dos 2  anos.</p>
<p>Fonte: Tribuna do Norte</p>
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		<title>Diabéticos têm mais doenças de gengiva</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Mar 2010 22:04:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>o Diabetes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[20 de março de 2010 O diabetes tipo 2 é um doença crônica que afeta cerca de 10% da população mundial. Causador de muitas complicações, o diabetes também está relacionado a problemas de gengiva – as chamadas doenças periodontais são consideradas a sexta complicação mais comum relacionada à enfermidade. Pesquisadores do Eastman Dental Institute, da [...]<p><a href="http://www.odiabetes.net/diabeticos-tem-mais-doencas-de-gengiva/">Diabéticos têm mais doenças de gengiva</a> is a post from: <a href="http://www.odiabetes.net">o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><span>20 de março de 2010</span></p>
<p>O <strong>diabetes tipo 2 </strong>é um doença crônica que afeta cerca de 10% da população mundial. Causador de muitas complicações, o diabetes também está relacionado a problemas de gengiva – as chamadas doenças periodontais são consideradas a sexta complicação mais comum relacionada à enfermidade.</p>
<p>Pesquisadores do Eastman Dental Institute, da Universidade de Londres, na Inglaterra, os dentistas gaúchos Juliano Busetti e Luis Mezzomo e a pernambucana Renata Cimões afirmam que o agravamento da doença periodontal em diabéticos estaria, possivelmente, relacionado à maior dificuldade na cicatrização e a fatores genéticos, além da presença de bactérias. Quase a metade dos portadores tem problemas de gengiva severos, sofrendo com sangramentos, sensação de dentes frouxos, mau hálito, retração nas gengivas, perda óssea e até de dentes. É imprescindível fazer consultas regulares com um especialista.</p>
<p>Fonte: Zero Hora</p>
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		<title>Remédio ajuda diabéticos, diz experimento</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 22:02:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[19 Mar, 05h07 Um anti-inflamatório genérico e barato, da família da aspirina, ajudou pacientes de um experimento clínico a administrar seu diabetes tipo 2 e reduzir seu nível de açúcar no sangue &#8211; contribuindo para provar que a inflamação desempenha uma função no diabetes, e possivelmente apontando para novas abordagens terapêuticas para essa doença. O [...]<p><a href="http://www.odiabetes.net/remedio-ajuda-diabeticos-diz-experimento/">Remédio ajuda diabéticos, diz experimento</a> is a post from: <a href="http://www.odiabetes.net">o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><em> 19 Mar, 05h07</em></p>
<p>Um anti-inflamatório genérico e barato, da família da aspirina, ajudou pacientes de um experimento clínico a administrar seu <strong>diabetes tipo 2</strong> e reduzir seu nível de açúcar no sangue &#8211; contribuindo para provar que a inflamação desempenha uma função no diabetes, e possivelmente apontando para novas abordagens terapêuticas para essa doença.</p>
<p>O medicamento, chamado de salsalate, que é parente da aspirina, mas não age com tanta força no estômago, foi usado durante anos para tratar artrite e dor nas juntas.</p>
<p>Pacientes que o tomaram, como parte de um experimento clínico aleatório conduzido por pesquisadores do Centro de Diabetes Joslin, melhoraram seus níveis de açúcar no sangue depois de três meses &#8211; com aqueles sob as maiores dosagens reduzindo seus índices de hemoglobina A1C numa média de 0,5%.</p>
<p>Os pacientes que tomaram o medicamento também mostraram redução nos triglicérides.</p>
<p>&#8220;O potencial é realmente estimulante&#8221;, disse a Dra.</p>
<p>Allison B.</p>
<p>Goldfine, diretora de pesquisa clínica e principal autora do artigo, que será publicado na próxima edição de Annals of Internal Medicine.</p>
<p>&#8220;Pode ser que tenhamos uma nova classe de agentes terapêuticos para tratar pacientes com diabetes tipo 2, e, quando se tem um novo agente que é seguro, eficaz e barato, isso é muito animador&#8221;.</p>
<p>O mais importante é que o trabalho pode ajudar a desvendar as causas fundamentais do diabetes, afirmou o Dr.</p>
<p>Steven E.</p>
<p>Shoelson, autor sênior do artigo, chefe da seção de pesquisa em patofisiologia e farmacologia molecular do Centro Joslin e professor de medicina na Escola de Medicina de Harvard.</p>
<p>&#8220;Se pudermos descobrir como isso funciona, poderemos desvendar algumas das causas primárias da diabetes, como a obesidade promove inflamações e como a inflamação causa diabetes e outros problemas crônicos de saúde&#8221;, disse Shoelson.</p>
<p>Entretanto, os dois autores agregaram uma nota de alerta, dizendo que mais pesquisas eram necessárias antes que os médicos possam prescrever o salsalate.</p>
<p>Pouco mais de 100 pacientes completaram o experimento clínico randômico, e alguns experimentaram efeitos colaterais negativos &#8211; como uma elevação do LDL, o chamado colesterol ruim.</p>
<p>O efeito colateral mais comum foi experimentado por pacientes que tomavam medicamentos contra diabetes, chamados Sulfonylureas, e passaram por episódios de leve hipoglicemia, uma queda no nível de açúcar no sangue que pode ser perigosa.</p>
<p>Especialistas que não estavam envolvidos no experimento concordaram que experimentos maiores devem ser feitos, e afirmaram que o impacto do medicamento nos níveis de glicose do sangue era moderado.</p>
<p>Porém, eles também disseram que as descobertas eram animadoras por sugerirem que o diabetes tipo 2 poderia ser tratado ao focar na inflamação original.</p>
<p>&#8220;Isso expande o arsenal terapêutico contra a doença&#8221;, disse o Dr.</p>
<p>Domenico Accili, diretor do Centro de Pesquisa de Diabetes e Endocrinologia da Universidade de Columbia.</p>
<p>Como a aterosclerose é considerada um estado inflamatório, essa abordagem também pode reduzir potencialmente o risco de complicações cardiovasculares associadas ao diabetes, explicou ele.</p>
<p>A Dra.</p>
<p>Meredith Hawkins, professora de medicina da Universidade Albert Einstein, disse também que o trabalho mostrava que &#8220;a inflamação é um bom alvo em termos de tratar o diabetes &#8211; e isso é algo sobre o que já vimos falando por bastante tempo&#8221;.</p>
<p>A pesquisa está sendo financiada pelo Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos e pelo Instituto nacional de Diabetes e Doenças Digestivas e dos Rins.</p>
<p>O salsalate é vendido, nos Estados Unidos, a menos de cinquenta centavos por pílula, e não apresenta a oportunidade de lucro que atrairia grandes empresas farmacêuticas a conduzir a pesquisa.</p>
<p>Contudo, com os estimados 23,6 milhões de norte-americanos já sofrendo de diabetes, e um adicional de 57 milhões com pré-diabetes, o governo federal tem um enorme interesse em desenvolver novos tratamentos.</p>
<p>Como parte do experimento, pesquisadores de 17 diferentes centros escolheram aleatoriamente 108 indivíduos, com idades entre 18 e 75 anos, para quatro tratamentos distintos &#8211; três dos quais incluíam diferentes quantidades de salsalate em três doses diárias, enquanto os pacientes no quarto grupo recebiam placebo, ou pílulas falsas.</p>
<p>Os pacientes continuaram com seu tratamento regular de diabetes tipo 2 ao longo do estudo.</p>
<p>Depois de três meses, os pacientes que tomavam salsalate apresentaram uma probabilidade muito maior de ter melhorado seus níveis de açúcar no sangue do que aqueles tomando placebo, sendo que os pacientes com as maiores dosagens &#8211; de 4 gramas por dia &#8211; apresentaram as melhoras mais significativas.</p>
<p>Fonte: New York Times News Service</p>
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		<title>Remédio genérico e de baixo custo ajuda diabéticos, diz estudo</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 21:57:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Tratamento do Diabetes]]></category>

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		<description><![CDATA[18 de março de 2010 • 14h57 Um medicamento anti-inflamatório genérico e de baixo custo, da família da aspirina, ajudou os pacientes participantes de um teste clínico a administrar seu diabetes tipo 2 e reduzir o nível de açúcar no sangue, acrescentando indícios de que a inflamação desempenha papel importante no diabetes e possivelmente apontando [...]<p><a href="http://www.odiabetes.net/remedio-generico-e-de-baixo-custo-ajuda-diabeticos-diz-estudo/">Remédio genérico e de baixo custo ajuda diabéticos, diz estudo</a> is a post from: <a href="http://www.odiabetes.net">o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>18 de março de 2010 • 14h57</p>
<p>Um medicamento anti-inflamatório genérico e de baixo custo, da família da aspirina, ajudou os pacientes participantes de um teste clínico a administrar seu<strong> diabetes tipo 2</strong> e reduzir o nível de açúcar no sangue, acrescentando indícios de que a inflamação desempenha papel importante no diabetes e possivelmente apontando para novas abordagens terapêuticas quanto à doença.</p>
<p>O medicamento, conhecido como salsalate, é aparentado à aspirina mas causa menos problemas estomacais, e está em uso há anos para tratamento de artrite e dores nas juntas. Os pacientes que o utilizaram como parte de um teste clínico com seleção aleatória conduzido pelos pesquisadores do Centro de Diabetes Joslin apresentavam melhoras em termos de nível de açúcar no sangue, em prazo de três meses, e os que haviam recebido as maiores dosagens reduziram seus índices de hemoglobina A1C em média por 0,5%. Os pacientes receberam o medicamento também apresentavam contagem reduzida de triglicérides.</p>
<p>&#8220;O potencial é realmente muito animador&#8221;, disse a Dra. Allison B., Goldfine, diretora de pesquisa clínica do centro e principal autora do estudo, que saiu na terça-feira pela revista <em>Annals of Internal Medicine</em>. &#8220;Podemos dispor de uma nova classe de agentes terapêuticos para tratamento de pacientes de diabetes tipo 2, e sempre que surge um novo agente seguro, efetivo e de baixo custo, há motivo para entusiasmo&#8221;.</p>
<p>Ainda mais importante, o trabalho pode ajudar a desvendar as causas básicas do diabetes, disse o Dr. Steven Shoelson, o principal autor do artigo e diretor do departamento de pesquisa patofisiológica e farmacologia molecular do centro Joslin, além, de professor na escola de medicina da Universidade Harvard.</p>
<p>&#8220;Se formos capazes de compreender de que maneira esse processo está funcionando, poderemos descobrir algumas das causas subjacentes do diabetes e como a obesidade promove inflamações, assim como a forma pela qual a inflamação promove o diabetes e outros problemas de saúde crônicos&#8221;, disse Shoelson.</p>
<p>Os dois pesquisadores recomendaram cautela, no entanto, acrescentando que novas pesquisas seriam necessárias antes que os médicos passem a receitar o salsalate regularmente. Pouco mais de 100 pacientes completaram o teste clínico controlado, e alguns deles experimentaram efeitos colaterais negativos, como uma elevação no teor de LDL, ou mau colesterol. O efeito colateral mais comum surgiram entre os pacientes que estavam usando um medicamento contra diabetes conhecido como sulfonylureas, e experimentaram episódios de hipoglicemia &#8211; queda do teor de açúcar no sangue- que podem ser perigosos.</p>
<p>Os especialistas que não participaram do teste conduzido em diversas localidades concordaram em que novos testes em escala maior eram necessários, e afirmaram que o impacto do medicamento sobre o teor de glicose no sangue era moderado. Mas afirmaram que as constatações ainda assim eram animadoras porque sugeriam que o diabetes tipo 2 poderia ser combatido por meio do tratamento das inflamações subjacentes.</p>
<p>&#8220;Isso expande o arsenal de terapias disponíveis contra essa doença&#8221;, disse o Dr. Domenico Accili, diretor do Centro de Pesquisa de Diabetes e Endocrinologia na Universidade Colúmbia. Porque a aterosclerose também é considerada como estado inflamatório, a abordagem poderia em tese reduzir o risco de complicações cardiovasculares associadas ao diabetes, ele afirmou.</p>
<p>A Dra. Meredith Hawkins, professora de medicina no Albert Einstein College of Medicine, Nova York, disse que o trabalho demonstrava que &#8220;as inflamações são um bom alvo para o tratamento do diabetes &#8211; e isso é algo sobre o que vínhamos discutindo há muito&#8221;.</p>
<p>A pesquisa contou com o apoio do Instituto Nacional de Saúde e com o Instituto Nacional de Diabetes, e de Doenças Renais e Digestivas. O salsalate custa menos de 25 centavos de dólar por comprimido, e não oferece uma oportunidade de lucro que atrairia pesquisas por grandes empresas farmacêuticas. Mas com 23,6 milhões de americanos sofrendo de diabetes outros 57 milhões em estágio pré-diabético, o governo federal tem forte interesse no desenvolvimento de novos tratamentos.</p>
<p>Como parte do teste, pesquisadores de 17 diferentes centros clínicos designaram aleatoriamente 108 pessoas com idades dos 18 aos 75 anos para quatro grupos que seguiriam regimes diferenciados, três dos quais receberiam doses distintas de salsalate três vezes por dia, enquanto os pacientes do quarto recebiam placebos, ou seja, pílulas anódinas.</p>
<p>Os pacientes mantiveram seus regimes regulares de tratamento contra o diabetes tipo 2 ao longo do estudo. Depois de três meses, os pacientes que usaram o salsalate apresentavam maior probabilidade de melhoria no teor de açúcar no sangue do que os tratados com o placebo, e aqueles que receberam a maior dose utilizada, quatro gramas diários, mostraram o maior progresso.</p>
<p>Fonte: Terra</p>
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		<title>Prevenção do Diabetess</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 19:16:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>o Diabetes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes gestacional]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[Fatores de Risco]]></category>
		<category><![CDATA[tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[tipo 2]]></category>

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		<description><![CDATA[Diabetes Tipo 1 Como o Diabete do Tipo 1 é causado pela destruição das células do pâncreas que produzem insulina, impedindo a produção do hormônio, ainda não há prevenção conhecida. Diabetes tipo 2 A prevenção deve ser feita, principalmente, pelas pessoas que fazem parte dos grupos de risco de contrair a doença. São eles: Pessoas [...]<p><a href="http://www.odiabetes.net/prevencao-do-diabetes/">Prevenção do Diabetess</a> is a post from: <a href="http://www.odiabetes.net">o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<h2>Diabetes Tipo 1</h2>
<p>Como o <strong>Diabete do Tipo 1 </strong>é causado pela destruição das células do pâncreas que produzem insulina, impedindo a produção do hormônio, ainda não há prevenção conhecida.</p>
<h2>Diabetes tipo 2</h2>
<p>A prevenção deve ser feita, principalmente, pelas pessoas que fazem parte dos grupos de risco de contrair a doença. São eles:</p>
<ul>
<li>Pessoas que têm na família alguém com <strong>diabete do tipo 2</strong>;</li>
<li>Pessoas que estão muito acima do peso;</li>
<li>Pessoas que já passaram dos 40 anos;</li>
<li>Mulheres que deram à luz bebês com mais de 4 quilos;</li>
<li>Pessoas que nasceram pesando mais de 4 quilos.</li>
</ul>
<p><strong>Como prevenir:</strong></p>
<ul>
<li>Fazer exames regulares para medir a quantidade de açúcar no sangue</li>
<li>Manter uma dieta balanceada e ingerir pouco açúcar</li>
<li>Praticar uma atividade física regular</li>
<li>Manter peso normal</li>
<li>Não fumar</li>
<li>Controlar a pressão arterial</li>
<li>Evitar medicamentos que potencialmente possam agredir o pâncreas (cortisona, diuréticos tiazídicos)</li>
</ul>
<h2>Diabetes Gestacional</h2>
<p>Em geral, não há prevenção para o <strong>Diabetes Gestacional</strong>.<br />
Mas é importante tomar os seguintes cuidados:</p>
<ul>
<li>Manter o peso adequado durante a gravidez (mulheres que estão acima do peso durante a gestação têm um risco mais alto da doença)</li>
<li>Controle cuidadoso do peso antes da gravidez pode reduzir esse risco</li>
<li>Não são recomendadas dietas com muito baixa caloria durante a gravidez porque a nutrição adequada é importante para o feto.</li>
</ul>
<h2>Fatores de Risco para o Diabetes Mellitus</h2>
<ul>
<li>Ter mais 45 anos;</li>
<li>Ter parentes com diabetes;</li>
<li>Sedentarismo (não fazer atividade física)</li>
<li>Excesso de peso</li>
<li>HDL-c baixo ou triglicerídeos elevados</li>
<li>Hipertensão arterial</li>
<li>Doença coronariana</li>
<li>DM gestacional prévio</li>
<li>Filhos com peso maior do que 4 kg, abortos de repetição ou morte de filhos nos primeiros dias de vida</li>
<li>Uso de medicamentos que aumentam a glicose ( cortisonas, diuréticos tiazídicos e beta-bloqueadores)</li>
</ul>
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		<title>Sintomas do Diabetes</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 19:12:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>o Diabetes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sintomas do Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[gestacional]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[tipo 2]]></category>

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		<description><![CDATA[Os sintomas do Diabetes tipo 1 e 2 são semelhantes. A diferença é que no tipo 1 eles surgem de maneira rápida. Já no Diabetes tipo II eles aparecem lentamente e gradualmente. É importante destacar que no estágio inicial os sintomas não são percebidos, por isso é importante realizar exames que identifiquem a doença, principalmente [...]<p><a href="http://www.odiabetes.net/sintomas-do-diabetes/">Sintomas do Diabetes</a> is a post from: <a href="http://www.odiabetes.net">o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Os <strong>sintomas do Diabetes</strong><strong> </strong>tipo 1 e 2 são semelhantes. A diferença é que no<strong> tipo 1 </strong>eles surgem de maneira rápida. Já no Diabetes tipo II eles aparecem lentamente e gradualmente. É importante destacar que no estágio inicial os sintomas não são percebidos, por isso é importante realizar exames que identifiquem a doença, principalmente as pessoas que estão acima do peso ou que têm caso de diabetes na família. No caso do <strong>Diabetes tipo 2</strong>, às vezes os sintomas não aparecem.</p>
<p>Veja abaixo os <strong>sintomas </strong>detalhados de cada tipo da doença.</p>
<h2>Diabetes Tipo 1</h2>
<ul>
<li>Sede excessiva;</li>
<li>Vontade de urinar diversas vezes;</li>
<li>Perda de peso;</li>
<li>Fome freqüente;</li>
<li>Visão embaçada;</li>
<li>Infecções repetidas na pele ou mucosas;</li>
<li>Machucados que demoram a cicatrizar;</li>
<li>Fadiga;</li>
<li>Fraqueza;</li>
<li>Nervosismo;</li>
<li>Mudanças de humor;</li>
<li>Náusea;</li>
<li>Vômito;</li>
<li>Dores nas pernas por causa da má circulação.</li>
</ul>
<h2>Diabetes Tipo 2</h2>
<ul>
<li>Fadiga ou cansaço físico;</li>
<li>Micções freqüentes;</li>
<li>Aumento da sede e do apetite;</li>
<li>Perda de peso;</li>
<li>Alteração visual;</li>
<li>Dificuldade de cicatrização de feridas;</li>
<li>Infecções freqüentes de pele e mucosas;</li>
<li>Dormências ou formigamentos nos pés;</li>
</ul>
<h2>Diabetes Gestacional</h2>
<p>Normalmente não apresentam sintomas. Quando aparecem são os semelhante ao Diabetes tipo 2</p>
<ul>
<li>Fadiga ou cansaço físico;</li>
<li>Micções freqüentes;</li>
<li>Aumento da sede e do apetite;</li>
<li>Perda de peso;</li>
<li>Alteração visual;</li>
<li>Dificuldade de cicatrização de feridas;</li>
<li>Infecções freqüentes de pele e mucosas;</li>
<li>Dormências ou formigamentos nos pés.</li>
</ul>
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