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	<title>o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes &#187; cuidados</title>
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	<description>Saiba quais os sintomas do diabetes e quais os tratamentos da doença. Entenda a diferença dos tipos do diabetes: mellitus tipo 1, mellitus tipo 2 e gestacional.</description>
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		<title>Cirurgia de câncer em pacientes com diabetes é mais arriscada</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 19:13:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>o Diabetes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[16 Abr, 04h49 Pessoas com diabetes possuem risco maior de desenvolver alguns tipos de câncer e têm mais tendência que pessoas sem diabetes a morrer de câncer. Agora, um estudo relata que os diabéticos também podem ter risco maior de morrer nas semanas após uma cirurgia para tratar um câncer. A análise de 15 estudos [...]<p><a href="http://www.odiabetes.net/cirurgia-de-cancer-em-pacientes-com-diabetes-e-mais-arriscada/">Cirurgia de câncer em pacientes com diabetes é mais arriscada</a> is a post from: <a href="http://www.odiabetes.net">o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><em>16 Abr, 04h49</em></p>
<p>Pessoas com <strong>diabetes </strong>possuem risco maior de desenvolver alguns tipos de câncer e têm mais tendência que pessoas sem diabetes a morrer de câncer.</p>
<p>Agora, um estudo relata que os diabéticos também podem ter risco maior de morrer nas semanas após uma cirurgia para tratar um câncer.</p>
<p>A análise de 15 estudos anteriores abrangeu cerca de 60 mil pacientes, com e sem diabetes, que se submeteram a cirurgia para tratamento de câncer do cólon, esôfago, fígado, pulmão, estomago, pâncreas e próstata.</p>
<p>A análise descobriu que os pacientes com diabetes tiveram 50% mais chances, em relação a pacientes não diabéticos, de morrer no período de um mês após a cirurgia, independente de seu tipo de câncer.</p>
<p>Os pacientes dos estudos tinham ambos os tipos de diabetes, embora o tipo 2 seja mais comum.</p>
<p>A taxa de mortalidade mais alta pode ter resultado de problemas associados a sua doença crônica, como um risco maior de infecções e doença cardíaca, disse Hsin-Chieh Yeh, professor assistente de medicina e epidemiologia da Johns Hopkins School of Medicine e um dos autores do estudo, publicado na edição de abril da Diabetes Care.</p>
<p>&#8220;A implicação disso é que o tratamento do diabetes é importante, além do tratamento do câncer&#8221;, afirmou Yeh.</p>
<p>&#8220;Quando o paciente é diagnosticado com câncer, ele, sua família e o médico pensam: &#8216;Isso &#8216;e sério &#8211; temos que cuidar primeiro desse câncer&#8217;.</p>
<p>E às vezes se esquecem do diabetes&#8221;.</p>
<p>Fonte: Yahoo</p>
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		<title>Bebê gordinho pode não ser tão fofo assim</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 19:10:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>o Diabetes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bebês]]></category>
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		<description><![CDATA[05 Abr, 04h57 As escolas já proibiram cupcakes (bolinhos), emitiram boletins de obesidade e reservaram espaço nas cantinas para saladas. No mês passado, a campanha da primeira-dama americana Michelle Obama para acabar com a obesidade infantil prometeu colocar os jovens para se mexer e reformular o almoço das escolas. Fabricantes de bebidas afirmaram ter reduzido [...]<p><a href="http://www.odiabetes.net/bebe-gordinho-pode-nao-ser-tao-fofo-assim/">Bebê gordinho pode não ser tão fofo assim</a> is a post from: <a href="http://www.odiabetes.net">o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><em>05 Abr, 04h57</em></p>
<p>As escolas já proibiram cupcakes (bolinhos), emitiram boletins de obesidade e reservaram espaço nas cantinas para saladas.</p>
<p>No mês passado, a campanha da primeira-dama americana Michelle Obama para acabar com a obesidade infantil prometeu colocar os jovens para se mexer e reformular o almoço das escolas.</p>
<p>Fabricantes de bebidas afirmaram ter reduzido em quase 90% o alto número de calorias líquidas enviadas a escolas nos últimos cinco anos.</p>
<p>No entanto, uma nova pesquisa sugere que intervenções direcionadas a crianças em idade escolar podem ser tarde demais.</p>
<p>Cada vez mais evidências apontam para eventos centrais muito cedo na vida &#8211; quando a criança ainda é pequena, bebê e até mesmo antes do nascimento, no útero da mãe &#8211; que podem colocar crianças pequenas numa trajetória em direção à obesidade e muito difícil de ser alterada quando elas chegam ao jardim de infância.</p>
<p>A evidência não é extremamente sólida, mas sugere que esforços preventivos devem começar mais cedo.</p>
<p>Entre as descobertas: O bebê rechonchudo com carinha de anjo que está ficando fortinho pode estar ficando pesado demais, sugere a pesquisa.</p>
<p>Bebês cujas mães fumaram durante a gravidez possuem risco de se tornarem obesos, mesmo que eles tenham nascido pequenininhos.</p>
<p>Bebês que dormem menos de 12 horas possuem um risco maior de desenvolver obesidade mais tarde.</p>
<p>Se eles não dormem o suficiente e também assistem à TV duas horas ou mais por dia, seu risco é ainda maior.</p>
<p>Algumas intervenções precoces já são amplamente praticadas.</p>
<p>Médicos recomendam que mulheres acima do peso percam peso antes da gravidez, em vez de depois, para reduzir o risco de obesidade e diabetes no filho; a amamentação também é recomendada para diminuir o risco de obesidade.</p>
<p>Porém, restrições de peso ou dieta em crianças pequenas têm sido evitadas.</p>
<p>&#8220;Antes, era um tabu classificar uma criança com menos de 5 anos como acima do peso ou obesa, mesmo que a criança o fosse &#8211; a ideia era que isso estigmatizava demais a criança&#8221;, disse a Dra.</p>
<p>Elsie M.</p>
<p>Taveras, da Harvard Medical School, principal autora de um artigo recente sobre disparidades raciais em fatores de risco precoces.</p>
<p>A nova evidência &#8220;questiona se nossas diretrizes nos últimos dez anos foram suficientes&#8221;, disse Taveras.</p>
<p>&#8220;Não que estivéssemos errados &#8211; obviamente, é importante melhorar o acesso a alimentos saudáveis em escolas e aumentar as oportunidades de exercícios físicos.</p>
<p>Mas isso pode não ser suficiente&#8221;.</p>
<p>Grande parte da evidência vem de um estudo incomum de longo prazo de Harvard, liderado pelo Dr.</p>
<p>Matthew Gillman, que tem acompanhado mais de 2 mil mulheres e bebês desde o estágio inicial da gravidez.</p>
<p>Assim como as crianças e os adolescentes, os bebês e as criancinhas pequenas estão engordando.</p>
<p>Uma em cada dez crianças com menos de 2 anos de idade está acima do peso.</p>
<p>A porcentagem de crianças entre 2 e 5 anos que são obesas aumentou de 5% em 1980 para 12,4% em 2006.</p>
<p>No entanto, a maioria dos programas de prevenção evita intervir em idades muito jovens, em parte porque o sistema escolar oferece uma forma eficiente de alcançar um grande número de crianças, e em parte porque o índice de adolescentes obesos é ainda maior que o de crianças pequenas &#8211; 18%.</p>
<p>A Robert Wood Johnson Foundation, que ajudou a financiar o estudo de Taveras, está investindo US$ 500 milhões ao longo de 14 anos para combater a obesidade infantil, mas apenas em crianças com 3 anos ou mais.</p>
<p>Um projeto multimilionário contra a obesidade infantil dos Institutos Nacionais de Saúde, que está contribuindo com US$ 8 milhões ao longo de oito anos, exclui, de forma explícita, mulheres grávidas e crianças com menos de 1 ano de idade.</p>
<p>As coisas estão começando a mudar: no final do ano passado, um comitê de estudo do Instituto de Medicina foi encarregado, pela primeira vez, de desenvolver recomendações de prevenção à obesidade especificamente para o grupo de crianças de 0 a 5 anos.</p>
<p>O relatório, que deverá sair em 18 meses, analisará o papel do sono e dos primeiros padrões de alimentação, assim como a atividade física.</p>
<p>&#8220;Todo mundo tem apontado para esse primeiro período, afirmando que aparentemente ocorre algo ali que tem efeitos duradouros na vida da criança&#8221;, disse a Dra.</p>
<p>Leann L.</p>
<p>Birch, diretora do Centro Para a Pesquisa de Obesidade Infantil da Penn State e líder do comitê.</p>
<p>Cientistas como a Dra.</p>
<p>Birch temem o que se chama de mudanças epigênicas.</p>
<p>Os genes herdados da mãe e do pai podem ser ativados e desativados, e a força de seus efeitos pode ser mudada por condições ambientais nas primeiras fases do desenvolvimento.</p>
<p>Muitos médicos estão preocupados com mulheres obesas e pouco saudáveis antes da gravidez porque, como eles apontam, o útero da mãe é o primeiro ambiente do bebê.</p>
<p>Um dos estudos mais convincentes sobre a relação entre diabetes gestacional na mãe e diabetes no filho foi realizado quase dez anos atrás com índios pima, da América do Norte.</p>
<p>Irmãos nascidos depois que mãe desenvolveu diabetes tipo 2 tiveram um IMC (índice de massa corpórea) mais alto durante toda a infância e tiveram quase quatro vezes mais probabilidade de desenvolver diabetes, em comparação a irmãos nascidos antes do diagnóstico.</p>
<p>&#8220;O ambiente intra-uterino de uma mulher com diabetes nutre em excesso o feto&#8221;, disse a principal autora do estudo, Dana Dabelea, epidemiologista da Faculdade de Saúde Pública do Colorado.</p>
<p>Ela acrescentou que isso &#8220;reconfigura o ponto de saciedade do filho e o predispõe a comer mais&#8221;.</p>
<p>Especialistas afirmam que a mudança pode exigir o abandono de alguns valores culturais.</p>
<p>&#8220;A ideia de que um bebê grande é saudável, que um bebê que chora provavelmente está com fome e deve ser alimentado &#8211; são coisas que precisamos repensar&#8221;, disse Birch.</p>
<p>Fonte: Yahoo</p>
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		<title>Terapia agressiva pode fazer mal a diabético</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Mar 2010 22:04:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>o Diabetes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[diabético]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia agressiva]]></category>

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		<description><![CDATA[20 de março de 2010 &#124; 0h 00 Duas pesquisas realizadas nos Estados Unidos apontam que reduzir pressão arterial e colesterol não diminuem risco de problemas cardíacos Tratamentos rigorosos para diminuir o risco de problemas cardiovasculares em pacientes com diabete tipo 2 mostraram-se ineficientes. Eles podem até potencializar os efeitos colaterais por causa da quantidade [...]<p><a href="http://www.odiabetes.net/terapia-agressiva-pode-fazer-mal-a-diabetico/">Terapia agressiva pode fazer mal a diabético</a> is a post from: <a href="http://www.odiabetes.net">o Diabetes – Conheça tudo sobre os sintomas do diabetes</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<div>20 de março de 2010 | 0h 00</div>
<h3>Duas pesquisas realizadas nos Estados Unidos apontam que reduzir pressão arterial e colesterol não diminuem risco de problemas cardíacos</h3>
<div>
<p>Tratamentos rigorosos para diminuir o risco de problemas cardiovasculares em pacientes com <strong>diabete tipo 2 </strong>mostraram-se ineficientes. Eles podem até potencializar os efeitos colaterais por causa da quantidade de remédios administrados. Essas são as conclusões de dois grandes estudos recém-publicados na revista científica The New England Journal of Medicine.</p>
<p>Os pesquisadores queriam saber, por exemplo, se reduzir a pressão sistólica &#8211; a força com que o sangue é impulsionado para fora do coração &#8211; para o limite de 120 milímetros de mercúrio protegeria diabéticos com elevados níveis de colesterol e histórico de doenças cardiovasculares.</p>
<p>Os 4.733 voluntários foram divididos em dois grupos. Metade recebeu tratamento intensivo para diminuir a pressão a níveis inferiores a 120 milímetros. Os demais passaram pela terapia-padrão para diabéticos nos EUA, que visa a manter a pressão em até 140 milímetros.</p>
<p>Conclusão: embora tenham alcançado a meta, os pacientes do primeiro grupo não ficaram isentos de ataques cardíacos e se tornaram mais suscetíveis aos efeitos colaterais dos medicamentos, como o aumento da função renal e dos níveis de potássio no sangue. Eles tomaram uma média de 3,6 remédios, ante 2,1 dos diabéticos do segundo grupo.</p>
<p>Colesterol. <strong>Diabéticos </strong>tendem a apresentar baixos níveis do chamado colesterol bom (HDL) e altos índices de triglicérides no sangue, uma combinação que aumenta os riscos de doenças cardiovasculares.</p>
<p>Para investigar o problema, outro estudo avaliou 5.518 voluntários. Um dos grupos recebeu sinvastatina, medicamento para reduzir o colesterol. O outro recebeu o mesmo remédio associado a um fibrato, tipo de droga que diminui o colesterol ruim e aumenta o HDL. O grupo que recebia dois remédios não teve nenhum benefício quando comparado ao grupo que só tomou um.</p>
<p>Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes, Saulo Cavalcanti da Silva, as pesquisas mostram que não existe &#8220;receita de bolo&#8221; para tratar a diabete. &#8220;Cada paciente precisa de uma terapia específica.&#8221; Para o professor da Unifesp Augusto Pimazoni, os estudos &#8220;contradizem conceitos muito sedimentados&#8221;. O Ministério da Saúde disse que &#8220;ainda não há consenso internacional sobre as novas pesquisas&#8221;. Neste ano, o governo deve revisar as recomendações para o tratamento da diabete.</p>
<p>Fonte:Estadão</p>
</div>
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